Assembleia de Freguesia de Vialonga


 

Célia Duarte, eleita de freguesia pelo CDS, no período de antes da ordem do dia começou por questionar o executivo da Junta de Freguesia com questões de segurança rodoviária, principalmente para os peões. 

Disse, que na rua Prof. Egas Moniz junto à agência do banco Santander, o sinal de aviso de passadeira de peões está muito perto do local de atravessamento, e que o sinal está um pouco tombado para o lado do banco. Porque a saída da rotunda imediatamente anterior é feita para esta recta, porque só existe luminária de um dos lados, porque é uma zona com actividade comercial, onde o atravessamento de peões é constante naquele ponto.

Seria importante que em primeiro lugar fosse colocado o sinal na posição vertical e se possível mudá-lo para uns metros antes de onde está para melhorar a advertência aos condutores.

 E logo que possível, deveria ser colocada uma passadeira elevada e sinalização flash na passadeira ou num sinal vertical.

 Depois na rua 1º Maio junto a uma paragem de autocarros, em frente da Quinta do Cabo, está um sinal vertical de passadeira de peões um pouco coberto pela ramagem de uma árvore, que prejudica a visibilidade de aviso aos condutores e por consequência coloca em maior risco os peões.

 No período da Ordem do Dia  

Acordos de Execução e Contratos Interadministrativos de Descentralização de Competências do Município de VFXira para a Freguesia de Vialonga.  

Começou por dizer que o contrato interadministrativo de delegação de competências já foi votado na Câmara Municipal assim como o valor das transferências, com os votos favoráveis do PS, da CDU/PCP e do PSD e a abstenção do BE.  

Sobre o contrato propriamente, afirmou que lhe pareceu aceitável, que a Câmara tivesse ficado com os trabalhos referentes ao tratamento e abate de árvores devido à exigência quer de conhecimentos técnicos, quer em muitos casos de equipamentos pesados ou específicos. 

O mesmo em relação à desmatação que em relação à nossa Freguesia pela sua própria geografia ocupa uma área considerável e que por isso deve ter custos de intervenção consideráveis para uma Junta de Freguesia como a nossa. 

Sobre a recolha de monos, ou seja resíduos de grande volume, sem cabimento nos contentores e ilhas ecológicas, que passa a ser feita pela Junta de Freguesia, questionou em que base se estimaram para ficar com este serviço, e que gostaria de saber, porque em alguns casos o trabalho pode não ser só manual, portanto a requer equipamento de apoio. 

E depois certamente que estes monos irão para um depósito local de recolha e de separação de resíduos. Será assim? Perguntou. 

A este propósito se fosse possível gostaria saber onde vão ser depositados esses resíduos para posterior valorização. 

Também em relação à verba extra que rondará os 17000€ e que pode ser usada para aquisição de equipamento onde o executivo da Junta o pensa utilizar. 

Ao terminar disse ainda , que agora que a Junta ficava  com menos competências delegadas, pode desenvolver mais e melhor serviço às freguesas e fregueses.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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