CDS – PP de VFX nas Comemorações do 25 de Abril no Concelho de Vila Franca de Xira


Na Sessão Solene promovida pela Assembleia Municipal coube ao Eleito António Martins a intervenção do CDS-PP

Caras Cidadãs e Caros Cidadãos

Uma primeira nota para dizer que é com especial emoção que pela 1ª vez intervenho numa Sessão Solene da Assembleia Municipal comemorativa do 25 de Abril.

Fazer uma intervenção nesta Assembleia precisamente neste dia,  homenageando “militares que ficaram na História, da história da gente”, que numa submissão inequívoca do interesse individual ao interesse colectivo , libertaram o país de um poder totalitário  – é muito mais do que a expressão de uma emoção pessoal, é sobretudo, um bom exemplo de convivência democrática e dos valores do 25 abril que todos nós defendemos.

-Exmo. Sr Presidente da Assembleia Municipal de VFX

-Exmas. Sras. Secretárias da Mesa da Assembleia Municipal VFX

-Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de VFX

– Exmas. Sras. e Sres Vereadores

-Exmas Sras e Sres Eleitos Municipais

-Exmas Convidadas, Exmos Convidados

-Representantes do Movimento Associativo

-Comunicação Social

-Caras Cidadãs e Caros Cidadãos

 

Recordamos, hoje, todos aqueles que fizeram o 25 de Abril74 e que o confirmaram a 25 de Novembro75 e que, dessa forma, contribuíram para que Portugal fosse hoje um Estado Democrático, membro da União Europeia.

Devemos a estes dois acontecimentos a liberdade de pensar, participar e discordar.

Reconhecemos esse tributo com gosto e naturalidade.

A mesma naturalidade com que encaramos o dia de hoje, sem propriedade de ninguém

Acreditamos e defendemos que esta continua a ser a única forma de regime político aceitável, dando voz ao povo, que através de eleições livres pode assim decidir em consciência, a forma como pretende ser governado.

O país queria Abril e precisou de Novembro.

O PREC era uma ameaça às conquistas de Abril, já que defendia um tipo de organização antidemocrática (como se 48 anos de ditadura não bastassem ao povo português).

Minhas Senhoras e meus Senhores

Fizeram-nos querer que a crise terminou, que o perigo passou embora advirtam que continua a haver sintomas de debilidade.

Celebrou-se o fim do pesadelo.

Conseguirão que respiremos aliviados, que celebremos os acontecimentos, que alienemos a atitude crítica contra os poderes, num autêntico processo de Infantilização dos Portugueses.

Mas a verdade é que continuamos, não só, mais pobres e desiguais, mas também mais cobardes e resignados, já que sem estes últimos ingredientes o terreno que tão facilmente ganharam entraria novamente em disputa.

Os Portugueses foram preparados para uma espécie de Sebastianismo de um modelo económico há muito ultrapassado. O tal consumo interno que nunca existiu.

É por isso que há cada vez menos portugueses a acreditar nas palavras do Governo, e há cada vez mais portugueses a recear os abusos do Governo.

E se no passado os sacrifícios eram em nome de uma crise, hoje os sacrifícios continuam em nome de uma necessária sustentabilidade das contas públicas, é importante que assim seja em beneficio das futuras gerações.

Mas também se exige, hoje, um compromisso inequívoco no que à política diz respeito. Achávamos não ser precisa uma regra escrita para ser regra.

Em consequência disso:

Abriu-se as portas do exercício do poder a partidos que outrora eram de protesto, que outrora se manifestavam, mas que se mantém contra compromissos assumidos pelo Povo português, num caminho revolucionário, de duvidosa democracia e de imposição forçada da sua ideologia.

Como se não bastasse assistimos a  

Instituições que foram configuradas para fiscalizar ou regular decisões têm-se revelado, na prática, os maiores falhanços das decisões do interesse colectivo.

Confiamos nas organizações e os resultados são decepcionantes para os cofres públicos e para o futuro do país.

Minhas Senhoras e Meus Senhores

Para nós , CDS, continuam a ser os valores dos Direitos Humanos, dos Direitos Fundamentais da Família, da Educação, dos deveres do Estado que importa continuarmos a colocar, em primeiro lugar.

Por aí:

 Toma-se partido por GUERRAS como se delas houvesse vencedores e com ela a tragédia de milhões de refugiados.

Quer-se impor a EUTANASIA, para liquidar legalmente doentes, dizem que sem esperança de sobrevivência.

Legalizou-se a INTERRUPÇÃO VOLUNTÁRIA DA GRAVIDEZ, anulando-se a vida a seres em gestação, à mistura com queixas de envelhecimento da população, não se praticando a regeneração das gerações, clamando, agora, aos imigrantes que sejam eles o nosso futuro.

Avançou-se com o RECONHECIMENTO DE UNIÕES de seres humanos do mesmo sexo, como se de um casamento normal se tratasse e com todas as regras dessa normalidade.

Fala-se de ADOPÇÃO de crianças por casais do mesmo sexo, como se a criança adoptada pudesse suportar o trauma, quando tivesse conhecimento de que era diferente da normalidade, com a existência de duas mães e de dois pais.

E fala-se de MUDANÇA DE GÉNERO aos 16 anos, sem qualquer relatório médico, submetendo o ser humano a experimentações nunca vistas.

São estes exemplos de desumanidade no nosso país, sem tempo para reflectir, sem tempo para a mudança, sem tempo para se arrepender, sem tempo para se debruçar sobre si mesmo.

Para o CDS , Dignidade e Liberdade são valores fundamentais, conquistados em Abril de 74 .

O nosso desafio – seja no apoio à natalidade, seja no apoio a idosos – há muito que constitui uma prioridade, e porque a actualidade e relevância do tema se mantém, ele vai continuar a sê-lo.

A nossa preocupação com as famílias, com as pessoas mais vulneráveis nomeadamente os doentes e seus Cuidadores – é também central na nossa agenda.

Somos obviamente contra o sofrimento intolerável, decorrente de doenças graves e incuráveis, mas a Medicina Moderna tem hoje uma resposta:

Os Cuidados Paliativos.

 Mais, afirmamos que não será nunca a eutanásia e a sua legalização, a resposta para acabar com o sofrimento, uma vez que o que faz é acabar com aquele que sofre, retirando-lhe a vida, direito fundamental na nossa Constituição,

Trata-se de uma questão de valores e opções da sociedade, não é sequer uma questão de esquerda ou de direita ou,  uma questão confessional.

É inquestionável o valor da vida humana.

Minhas Senhoras  e Meus Senhores

Nascido de Abril o “Poder Autárquico ” representa um dos mais valiosos instrumentos políticos que promovem o desenvolvimento do país e dos territórios.

Autonomia e Soberania– consubstanciam as ferramentas das autarquias locais que impulsionam a administração pública e dá as respostas ajustadas aos interesses das populações locais.

A capacidade das nossas autarquias e dos nossos autarcas são determinantes no papel de agentes de transformação e promoção da riqueza e bem-estar das populações.

Todavia, há ainda muito a fazer no domínio da descentralização, com a atribuição de mais competências, meios e recursos para as autarquias locais.

Essa partilha de competências entre municípios e as freguesias deve ser feita no respeito pelo princípio da subsidiariedade, da celeridade e da eficiência

O CDS nas últimas eleições no Concelho de Vila Franca de Xira quadruplicou a sua representação democrática, assumindo cada vez mais uma posição mediática, materializando uma vontade crescente dos munícipes que não seja mais do que, viver em tranquilidade, ser dono do seu rendimento e escolher em liberdade.

Continuaremos o nosso trabalho numa estratégia de apresentação de propostas através do Direito de Oposição, de Recomendações, e de Intervenções em prol do desenvolvimento sustentado do território e de melhorar as condições de vida da população Concelho Vila Franca de Xira.

Estamos cá e continuaremos aqui para dar voz à população do Concelho, para trabalhar e servir.

Viva o Município de Vila Franca de Xira

Viva Portugal

Disse.

António Martins

Bancada CDS-PP

 

 

SESSÃO SOLENE DAS COMEMORAÇÕES DO 25 DE ABRIL em ALVERCA do RIBATEJO

UNIÃO DE FREGUESIAS DE ALVERCA DO RIBATEJO E SOBRALINHO

24 DE ABRIL DE 2018

Rui Valadas

Ex.ma Srª. Presidente da Assembleia de Freguesia da União de Freguesias de Alverca do Ribatejo e Sobralinho

Ex.mo Sr.º Presidente da Junta de Freguesia da União de Freguesias de Alverca do Ribatejo e Sobralinho

Ex.mo Sr.º Presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira 

Exmas. Sras. Eleitas de Freguesia e Exmos. Srs. Eleitos de Freguesias

Exmas. e Exmos. Funcionárias e Funcionários da Junta de Freguesia

Exmas. e Exmos. Convidadas e Convidados

Minhas Sras. e Meus  Srs.

Portugal celebra o dia 25 de Abril de 1974, dia em que foi deposto o sistema ditatorial vigente, iniciando-se um percurso que viria a culminar na concretização de uma Democracia plural e participativa, a partir de 25 de Novembro de 1975, consagrando-se como valor maior, a Liberdade.

Estes são dois eixos indissociáveis de uma sociedade moderna, Liberdade e Democracia, conjugando-se e complementando-se, contundo, estes são étimos de fácil verbalização, mas nem sempre, devidamente percepcionados.

Democracia remete para a vontade de um povo, enquanto comunidade de um Estado politicamente organizada. Democracia é a prática política de todos para todos, uma prática inclusiva, acolhedora, que não renega. A prática Democrática não admite excepção; seja de género ou idade, de crença, cultura ou ideologia, de condição económica, social ou académica.

Em Democracia concretiza-se a Liberdade individual e colectiva, sabendo-se que os limites se situam no plano em que a nossa liberdade colide com a de terceiros. O respeito pela diferença e pela individualidade, são peças essenciais da construção de uma sociedade moderna.

Ninguém se pode arrolar como proprietário da Democracia! Aliás, aqueles que se arrogam proprietários da Democracia revelam em si mesmo uma visão deturpada de cidadania democrática, de respeito pela diversidade e pelo pluralismo.

Celebrar é também evocar a História, pois um povo sem História é um povo sem alma, e é da História que o futuro se constrói e alimenta. E o futuro exige-nos cada vez mais! Uma sociedade nunca se encontra no seu estado máximo de perfeição ou desenvolvimento, seja no plano social, económico ou político. Cabe às forças políticas tomar opções que não hipotequem o futuro, e que visem o desenvolvimento sustentado, a inovação, a modernização.

Seguir no rumo do desenvolvimento social, económico e político, leva em muitas ocasiões, a que se procure deturpar o significado de progresso. Uma sociedade progride quando evolui e se regenera, não abandonando os seus valores basilares, assentes na cultura, na meritocracia, na família, na inclusão social e, sobretudo, no valor da Vida.

Celebrar Abril é também recordar as más práticas, ao tempo realizadas ao abrigo de uma democracia desvirtuada, invocando-se uma legitimidade inexistente, traduzindo-se em espoliações, perseguições, intimidações, por quem não compreendeu os tempos e a sociedade que se estruturava.

Hoje temos um Portugal diferente, sem dúvida mais evoluído e com capacidade de criar melhores condições para os seus cidadãos, sendo que o processo estará permanentemente inacabado, que obriga a todos, e em particular a todos quantos detêm responsabilidades políticas, que se mantenham vigilantes para que o curso não retroceda e para que as deturpações não voltem a ter terreno fértil para germinar.

Vivam os Alverquenses!

Viva Portugal!

Alverca do Ribatejo, 24 de Abril de 2018

 Eleito de Freguesia – CDS – PP , Rui Valadas 

SESSÃO SOLENE DAS COMEMORAÇÕES DO 25 DE ABRIL no SOBRALINHO

UNIÃO DE FREGUESIAS DE ALVERCA DO RIBATEJO E SOBRALINHO
24 DE ABRIL DE 2018

Ex.ma Srª. Presidente da Assembleia de Freguesia da União de Freguesias de Alverca do Ribatejo e Sobralinho

Ex.mo Sr.º Presidente da Junta de Freguesia da União de Freguesias de Alverca do Ribatejo e Sobralinho

Ex.mo Sr.º Presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira 

Exmas. Sras. Eleitas de Freguesia e Exmos. Srs. Eleitos de Freguesias

Exmas. e Exmos. Funcionárias e Funcionários da Junta de Freguesia

Exmas. e Exmos. Convidadas e Convidados

Minhas Sras. e Meus  Srs.

Passados 44 anos do 25 de Abril de 1974, Portugal é hoje uma sociedade mais evoluída, mais desenvolvida, mais plural e participada, mas também, geograficamente mais assimétrica, demograficamente mais envelhecida e culturalmente adormecida.

Muito foi feito, mas muito mais está por fazer! No domínio nacional escasseiam as políticas estruturais, estratégicas, sustentáveis. A governação desenvolve-se a prazo, com as próximas eleições como referencial; desviando o foco do desenvolvimento social sustentado, para a oportunidade de conquistar alguns mandatos, mais, na eleição seguinte.

Mas com o novo sistema político foi também desenvolvida a rede autárquica, vector fundamental do serviço do Estado ao cidadão, garantindo uma perspectiva de proximidade. No entanto, a proximidade política de nada valerá se não for colocada ao serviço do cidadão! Cabe aos autarcas desenvolver todos os esforços, na procura da melhoria das condições de vida de todos quantos são parte da sua unidade territorial.

São nas questões de desenvolvimento locais, nas preocupações dos cidadãos de uma freguesia ou município, que se devem focar os pensamentos, iniciativas e propostas de cada autarca. Com projectos concretos e programas sustentáveis. Outras questões acessórias, não são mais do que desrespeitar aqueles que pelo seu voto, participaram de forma livre e democrática na atribuição de mandatos, na expectativa legítima de colher o interesse, o trabalho e a entrega daqueles que elegeu.

É da responsabilidade dos órgãos autárquicos capitalizar as potencialidades das aldeias, vilas e cidades, dinamizar a cultura e o desporto, garantir espaços e condições de bem-estar, garantir a mobilidade, focar-se na inclusão social e promover as dinâmicas sociais que mantenham viva a sua comunidade.

Está no domínio das autarquias fornecer um forte contributo, para mitigar as assimetrias regionais ou locais, o envelhecimento demográfico e a sonolência cultural.

Se é certo que a Liberdade se concretiza pela Democracia, e que esta se alimenta dos princípios da liberdade de pensamento e opinião, também é evidente, que apenas podemos ter Democracia com participação. A Democracia depende do envolvimento de todos, com expressão máxima no voto. Sem eleitores interessados e envolvidos não existe participação eleitoral e, sem votos não existe Democracia, pelo que o combate à abstenção deve ser um desígnio de todos quantos são actores directos na política local.

É essencial garantir um combate activo e permanente à abstenção, conquistando as populações, trazendo os jovens para o debate político, informando com qualidade. A política ao serviço dos cidadãos é o principal motor da vivência democrática.

Mais do que viver em liberdade, exige-se que se viva a Liberdade!

Mais do que viver em democracia, exige-se que se viva a Democracia!

Mais do que evocar o passado, exige-se que se construa o Futuro, com todos e para todos!

Vivam os Sobralinhenses!

Viva Portugal!

Sobralinho, 24 de Abril de 2018

Eleito pelo CDS -PP, Rui Valadas 

 

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