PORTUGAL À FRENTE

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PS propõe “um pontapé” no investimento e um “rombo monumental” nas pensões

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Paulo Portas – O presidente do CDS acusou hoje o PS de propor “um pontapé” no investimento com a interrupção da descida do IRC e um “rombo monumental” nas pensões através da redução temporária das contribuições.
Numa conferência no Instituto Superior de Gestão, na Ameixoeira, em Lisboa, inserida na pré-campanha da coligação PSD/CDS, Paulo Portas defendeu que a Taxa Social Única (TSU) deve ser estável e sustentou que o IRC “não é uma questão ideológica, é uma questão pragmática”, contestando a intenção do PS de parar a descida deste imposto iniciada na atual legislatura.
“Imaginemos que nós, como alguns pretendem, suspendíamos a reforma do IRC. Julgam que outros países que competem connosco não estão a fazer também reformas do IRC deles para se tornarem mais competitivos? Mas alguém trata a captação de riqueza com um pontapé ou a possibilidade de atrair investimento com um pontapé? Nós vivemos em competição global. Outros ficarão muito satisfeitos se nós pararmos a descida do IRC”, criticou o presidente do CDS.
No que respeita à Segurança Social, Paulo Portas não falou do programa da coligação entre PSD e CDS designada Portugal à Frente, centrando-se na proposta do PS de reduzir progressiva e temporariamente as contribuições para promover a procura interna e a liquidez das famílias com mais baixos rendimentos.
“O que é que alguns dizem: eu quero estimular o consumo, e para estimular o consumo vou causar um rombo monumental no curto prazo”, alegou o presidente do CDS, referindo que, “ainda por cima”, isto acontece “quando o consumo já está a crescer”.
Segundo Paulo Portas, estão em causa “quantidades impressionantes” de contribuições o PS pretende retirar “de um dia para o outro”.
O vice-primeiro-ministro do Governo PSD/CDS introduziu este assunto afirmando que “a TSU deve ser dos poucos elementos de estabilidade fiscal e contributiva que Portugal tem nos últimos 40 anos, a soma da contribuição do trabalhador com a contribuição da entidade patronal”.
“Salvo raríssimas exceções, é estável. Esta ideia de fazer engenharia com a TSU, de fazer experimentalismo com a TSU em nome de um choque de consumo é uma ideia que deve pôr as pessoas a pensar”, acrescentou.
O presidente do CDS, que é segundo candidato da coligação Portugal à Frente no círculo de Lisboa, advertiu para o risco de se “provocar um lapso, um buraco, uma crise grave nas contribuições” e, em consequência, “uma gravíssima dificuldade no pagamento das pensões de hoje, não é de amanhã”, que “são pagas pelas contribuições atuais”.
“É isto que é preciso explicar às pessoas para perceberem o risco que correm com propostas que oscilam entre 6 mil milhões, segundo os próprios ou 14 mil milhões de euros de problemas de financiamento da Segurança Social de hoje se forem levadas à frente. Eu não acho que a sustentabilidade das pensões possa ser colocada em risco por uma política económica de curto prazo”, reforçou.
Na sua intervenção, Paulo Portas defendeu que Portugal pode ganhar com a globalização e deve apostar no comércio aberto e na atração de investimento privado como motor do crescimento e do emprego, em vez de estimular o consumo, e salientou dados deste ano sobre a criação de novas empresas para concluir que “o ritmo de renovação do tecido empresarial é muito rápido”. – CDSNotícias
 
 

 
 
 

Emprego: Crescimento cada vez mais consolidado

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Paulo Portas, considera que os números hoje divulgados pelo Eurostat sobre a criação de emprego em Portugal “são uma notícia com verdadeiro impacto” e realçou que desde 2013 a economia cria consecutivamente emprego.

Dados divulgados hoje pelo Eurostat, mostram que este é o maior crescimento na taxa de emprego (1,3%) no segundo trimestre deste ano, relativamente ao primeiro, tendo o indicador subido 0,3% na zona euro e 0,2% na União Europeia.

“Para aqueles que estão no desemprego e que ainda não tiveram uma oportunidade, o facto de saberem que havendo confiança há investimento, havendo investimento há emprego e os números demonstrarem que o país está a criar emprego acima da média europeia é essa a tendência que conta do ponto de vista de virem a ter uma oportunidade de trabalho”, realçou, o vice-primeiro-ministro à margem de uma visita à central fruteira da UNITOM, no Ferro, concelho da Covilhã.

“Desde Janeiro de 2013, há mais de 230 mil empregos criados pelas empresas. Aquilo que quero dizer às pessoas que ainda estão no desemprego é que a tendência de criação de emprego é positiva e consecutiva”, afirmou.

Para o vice-primeiro-ministro, a criação de emprego em Portugal “está a ser três vezes superior à média europeia” salientando que é “revelador saber que Portugal foi no segundo trimestre de 2015 o país onde houve mais criação de emprego na União Europeia”.

A confiança deve ser preservada, “porque só com ela é que há investimento e só com investimento é que há criação de emprego”.

Nesta visita à central fruteira, Paulo Portas realçou o setor  agro e que este representa 20% das exportações portuguesas.

“Acho que é justo reconhecer que o Governo deu prioridade à agricultura que antes não existia”.

Avançou que há projetos de investimento de quatro milhões de euros, “até para a produção de cereja em estufa”.

“Isso é muito relevante para instalar capacidade produtiva e para exportar”, salientou.

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