“As IPSS são a mão amiga da política social”


Vice-primeiro-ministro critica aqueles que fazem “campanha polémica” contra as IPSS.

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Paulo Portas entende que “é uma completa irresponsabilidade” defender que o Estado deve parar de contratualizar com as IPSS e misericórdias.Isto porque, segundo o vice-primeiro-ministro, “as IPSS são a mão amiga da política social” e porque, além de se tratar de uma “prática secular”, se tal deixasse de acontecer, “no dia seguinte, meio milhão de pessoas desfavorecidas ficariam sem uma cama para poder dormir ou lugar numa creche, sem refeições ou sem assistência”.

O líder do CDS acredita que seria um erro “concentrar no Estado a execução da política” e salienta, num discurso sobre o papel das misericórdias na história do país, que “o programa de assistência social não estava no programa da troika, mas que foi criado por este Governo”.

As declarações foram feitas à margem de uma conferência de decorre na Casa das Histórias – Paula Rego, em Cascais.

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