“Estamos a crescer mais do que a zona euro”


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António Pires de Lima – O ministro da Economia considerou hoje “francamente positivo” o crescimento de 1,5% da economia portuguesa no primeiro trimestre, divulgado pelo INE, e mostrou-se convicto de que este aumento poderá acelerar nos próximos meses.
“Atendendo à boa recuperação do investimento, à boa evolução gradual do consumo privado e à forte dinâmica das exportações, creio que esta tendência de crescimento se pode acelerar ao longo do segundo semestre, mas 1,5% é bom”, afirmou Pires de Lima, à margem de uma visita em Lisboa a laboratórios do Instituto de Soldadura e Qualidade.
Em declarações aos jornalistas, o governante defendeu tratar-se de um crescimento sustentado numa “forte recuperação” do investimento e destacou que há sete trimestres consecutivos que a economia nacional está a crescer e que “há anos” que a economia portuguesa não crescia mais do que a economia do euro.
“Estamos a crescer mais do que a zona euro”, afirmou Pires de Lima, comentando o aumento do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre deste ano, divulgado hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
O ministro atribuiu os “louros” do crescimento económico ao setor empresarial, afirmando que o mérito é das empresas, e defendeu que o país está agora num caminho “certo, seguro, sólido e que cria emprego”.
A estimativa rápida das contas nacionais trimestrais, hoje divulgadas pelo INE, estima um crescimento de homólogo do PIB de 1,5% no segundo trimestre deste ano, uma taxa de variação idêntica à do primeiro trimestre.
Relativamente ao primeiro trimestre deste ano, os dados do INE mostram que o PIB aumentou 0,4% entre abril e junho deste ano, uma variação também idêntica à do primeiro trimestre.
O Governo espera que o PIB português cresça 1,6% em 2015, em termos homólogos.
Pires de Lima comentou ainda o aumento divulgado também hoje pelo INE de 7% das dormidas de turistas na hotelaria portuguesa em junho, face ao mesmo mês de 2014, para cinco milhões, impulsionadas pelos residentes mas, sobretudo, pelo dinamismo dos não residentes.
“O turismo é um dos setores mais dinâmicos na criação de emprego e o seu contributo tem sido muito importante”, concluiu o ministro. – CDSNotícias

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