TAXA DE DESEMPREGO ESTIMADA PELO INE BAIXA EM JULHO

Taxa de desemprego estimada pelo INE baixa para 12,1% em julho

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A taxa de desemprego desceu 0,2 pontos percentuais em julho face a junho, para 12,1%, segundo a estimativa provisória divulgada hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
“Em julho de 2015, a estimativa provisória da taxa de desemprego foi de 12,1%, diminuindo 0,2 p.p [pontos percentuais] em relação ao mês anterior”, segundo o gabinete de estatísticas.
Os valores referentes a julho são provisórios, uma vez que se trata de um trimestre móvel em que para os dois primeiros meses a recolha da informação do inquérito ao emprego já foi concluída e para o terceiro mês foi realizada uma projeção com base em modelos de séries temporais.
Já em junho, a estimativa definitiva da população desempregada, hoje divulgada, situou-se em 629,6 mil pessoas, tendo diminuído 0,7% face ao mês anterior (4,4 mil), à semelhança do que se tem vindo a verificar desde fevereiro de 2015. – CDSNotícias

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Economia portuguesa cresceu 1,5% no segundo trimestre

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A economia portuguesa cresceu 1,5% no segundo trimestre de 2015 face ao período homólogo e registou um crescimento em cadeia de 0,4%, segundo números hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Os números hoje divulgados estão em linha com a estimativa rápida das contas nacionais trimestrais, divulgada a 14 de agosto pelo INE, segundo a qual o Produto Interno Bruto (PIB) registou um aumento homólogo de 1,5% no segundo trimestre deste ano, uma taxa de variação “idêntica à observada no primeiro trimestre”.
Este desempenho deveu-se, por um lado, ao “contributo negativo significativo” da procura externa líquida, verificando-se “uma aceleração das importações de bens e serviços a um ritmo superior ao das exportações de bens e serviços”, segundo o INE.
O INE destaca “o contributo positivo da procura interna”, que aumentou no segundo trimestre, refletindo a evolução do investimento”.
Relativamente ao primeiro trimestre deste ano, o PIB aumentou 0,4% entre abril e junho, uma variação também “idêntica à registada nos dois trimestres anteriores”, tendo-se verificado “um contributo positivo da procura interna, refletindo principalmente o crescimento do consumo privado, enquanto o contributo da procura externa líquida foi negativo”.
No primeiro trimestre, a economia portuguesa aumentou 0,4% em cadeia e apresentou um crescimento homólogo de 1,5%, de acordo com os números divulgados pelo INE em maio e que não foram revistos hoje pelo instituto.
O Governo espera que o PIB português cresça 1,6% em 2015.- CDSNotícias

 
 

“Se não houve rutura social no país foi por causa das instituições sociais”

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Pedro Mota Soares– Ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social afirmou este domingo, em Alijó, que não houve rutura social no país por causa das instituições sociais e salientou ainda que este setor gerou 50 mil postos de trabalho nos últimos quatro anos.
Mota Soares inaugurou uma Estrutura Residencial para Idosos em Vilar de Maçada, concelho de Alijó, e aproveitou para enaltecer o trabalho feito nos últimos anos por estas instituições.
“Se não houve rutura social no país foi por causa das instituições sociais”, salientou o ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social.
O ministro frisou ainda que, nestes últimos quatro anos, foi possível assegurar a coesão social face ao trabalho das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), que apoiaram “quem é mais fraco, mais pobre e mais excluído”.
“A nossa obrigação enquanto Governo era capacitar as instituições sociais para estas poderem servir as pessoas, por isso tivemos a capacidade, do ponto de vista orçamental, de reforçar o orçamento para a ação social. São mais 450 milhões de euros do que acontecia em 2011 quando iniciamos funções”, recordou.
O governante destacou ainda o papel destas organizações na criação de emprego, “muitas vezes qualificado, permanente e, acima de tudo, em regiões mais interiores do país”.
“Ao longo dos últimos quatro anos o setor social gerou quase 50 mil postos de trabalho ao longo de todo o país e isso reflete-se também um pouco nos números que vamos conhecendo do desemprego”, sustentou.
Como exemplo salientou que, a região norte, passou de uma taxa de desemprego de quase 19% para cerca de 13%.
Pedro Mota Soares fez ainda questão de frisar que, neste momento, Portugal “atingiu um “número nunca visto de acordos de cooperação”.
“São mais de 13 mil acordos de cooperação ao longo de todo o país, são mil e quatrocentos milhões de euros dedicados a esta área para servir diretamente meio milhão de portugueses. Mas quisemos reforçar essa rede, com uma especial incidência na região norte do país, e conseguimos efetivamente celebrar, este ano, mais 200 acordos de cooperação”, salientou.
Mota Soares lembrou que, através de “alguma flexibilidade de regras” e “não pondo em causa a qualidade e segurança”, foi também possível criar “mais 17 mil vagas em creche e sete mil em lares de terceira idade”.
“Conseguimos ainda garantir que estas instituições não passassem a ser sujeitas a IRC e conseguimos criar uma devolução de 50% do IVA que é feito nas obras e investimentos do setor”, referiu.
Medidas que permitiram que fiquem nas instituições “cerca 170 milhões de euros”. “Nós acreditamos que essa verba é gerida com mais eficiência e proximidade, que chega mais rapidamente às pessoas, quando é gerido pelas instituições do que quando é gerido pelo Estado central”, sublinhou.
O novo lar do Centro Social, Recreativo e Cultural de Vilar de Maçada representou um investimento de 1,4 milhões de euros e dispõe de vagas para 28 utentes com mais de 66 anos.
Esta estrutura reforça as respostas sociais desta instituição que emprega 47 pessoas, a maior parte das mais residentes nesta vila do distrito de Vila Real. – CDSNotícias
 

PORTUGAL À FRENTE

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AGORA PORTUGAL PODE MAIS

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INDICADOR DE CONFIANÇA DOS CONSUMIDORES AUMENTA EM AGOSTO BATENDO MÁXIMOS DESDE AGOSTO DE 2001

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O Instituto Nacional de Estatística (INE) destaca que o indicador de confiança dos consumidores prolongou o perfil ascendente observado desde o início de 2013 e justificou o aumento com o “contributo positivo” das expectativas relativas à evolução do desemprego e das perspetivas sobre evolução da situação económica do país e da situação financeira do agregado familiar, mais significativo no primeiro caso. – CDSNotícias

Quase 78% dos utentes estão satisfeitos com os cuidados de saúde primários

Quase 78% dos utentes estão satisfeitos com os cuidados de saúde primários

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Inquérito realizado pelo Centro de Estudos e Investigação em Saúde da Universidade de Coimbra revela que quase 78% (77,8%) dos utentes dizem-se satisfeitos com os cuidados de saúde primários, sendo que 84,5% dos inquiridos revela um nível de satisfação entre 60% e 100%.
Os cuidados médicos, de enfermagem ou de secretariado clínico foram as dimensões do inquérito que revelaram um maior índice de satisfação: 80,9%, 82,1% e 79,6%, respectivamente.
A nota mais baixa vai para os tempos de espera. A facilidade em marcar consulta para uma data conveniente e a possibilidade de falar por telefone, quer para a unidade de saúde, quer com o próprio médico de família, e o tempo despendido na sala de espera (61,6%) foram as dimensões em que os utentes revelaram menor índice de satisfação.
A acessibilidade aos cuidados de saúde, os horários de atendimento da unidade conseguem um grau de satisfação de 73%, enquanto a liberdade de escolha do profissional de saúde e possibilidade de uma segunda opinião recolhem 72,8%.
No que diz respeito à qualidade das instalações, constatou-se um grau de aprovação de 76,4%, sendo apenas ligeiramente inferior,
71%, no que se refere à organização da prestação dos cuidados de saúde.
Em relação à satisfação com as respostas dadas pela unidade de saúde às necessidades especiais, como a deslocação de crianças, idosos ou portadores de deficiência, o grau de satisfação medido foi de 83%.
O estudo analisou 444 das 771 unidades de saúde que no país prestam cuidados primários.
“Comparativamente com a análise de 2009, poderá ter havido uma melhoria dos níveis de satisfação que não se pode confirmar por diferenças de metodologia, universo e reporte dos resultados. Todavia, é evidente que, comparativamente com 2009, não houve deterioração na dimensão satisfação, uma das mais importantes na qualidade, havendo níveis de satisfação elevada em todo o conjunto das unidades avaliadas”, conclui o comunicado enviado às redações. – CDSNotícias