Coligação tem “todas as condições” para vencer as eleições legislativa

 

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Assunção Cristas – A ministra da Agricultura e do Mar, disse hoje, no Funchal, à margem da apresentação do Documento Estratégico para o Mar da Madeira, a ministra, que é também vice-presidente do CDS-PP, salientou que a coligação se alicerça numa “base sólida de propostas viáveis”, que visam o “desagravamento progressivo dos impostos”, nomeadamente do IRS e do IRC.
“Creio que esta coligação PSD/CDS, mais independentes, tem todas as condições para vir a vencer as eleições legislativas deste ano”, salientou, sublinhando que a vai defender de “forma clara” junto dos órgãos nacionais do CDS-PP.
“É nosso dever para com as gerações futuras, para com os nossos filhos, que seja este governo, que é credível, a poder sustentar uma base eleitoral alargada aos independentes para que possamos ter uma governação ambiciosa, mas também muito credível e muito sólida”, vincou.
Assunção Cristas criticou, também, as propostas do Partido Socialista, considerando que não explicam como é que ao mesmo tempo se pode diminuir receita e aumentar despesa. “Destas propostas nós já sabemos onde nos levaram no passado, já sabemos o que resulta destas propostas e é isso que queremos evitar”, realçou.
A ministra destacou que o objectivo da coligação PSD/CDS-PP é o desagravamento fiscal para as famílias e as empresas por entender que é o momento de poder “devolver aquilo que, em momento muito difícil e por culpa do PS”, se retirou às pessoas. – CDSNotícias

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Assunção Cristas diz que atividades económicas ligadas ao mar ultrapassam 3% do PIB

Assunção Cristas diz que atividades económicas ligadas ao mar ultrapassam 3% do PIB

Lusa27 de Abril de 2015, às 16:57

A ministra da Agricultura e do Mar, Assunção Cristas, afirmou hoje, no Funchal, que o país dispõe de uma estratégia para o mar “robusta”, sendo que o peso das atividades económicas já ultrapassou 3% do Produto Interno Bruto (PIB).

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“O país está preparado, tem uma Estratégia Nacional do Mar, tem uma arquitetura legislativa com uma lei pioneira no mundo (…) e tem fundos comunitários para ajudar a este desenvolvimento”, realçou Assunção Cristas, durante a apresentação do Documento Estratégico para o Mar da Região Autónoma da Madeira, elaborado pela Associação Comercial e Industrial do Funchal (ACIF).

“Estou convencida que, de facto, já estamos a fazer muito, já estamos a cumprir ativamente os objetivos traçados na nossa Estratégia Nacional do Mar”, disse a ministra, vincando que quando o plano foi aprovado, em 2013, a ‘economia azul’ [atividades relacionadas com mar] representava apenas 2,7% PIB.

Assunção Cristas afirmou que Portugal tem tudo para ser uma “nação liderante no mar” e lembrou que é ambição do Governo alargar os direitos de soberania sobre a plataforma continental, o que fará com que o país seja 42 vezes maior em oceano do que em terra.

Acrescentou que a questão deverá começar a ser tratada ao nível das Nações Unidas ainda este ano, mas a decisão final tardará cerca de três anos.

Entretanto, o país reforça a posição de “ator internacional” cada vez mais ativo, sendo que Assunção Cristas destacou a realização da primeira edição da Semana Azul, 3 a 6 de julho, em Lisboa, que inclui uma reunião internacional de ministros e membros de governo responsáveis pelo mar.

Na Madeira, o objetivo é que as atividades relacionadas com o mar atinjam 5% do PIB regional em 2020 [atualmente representam 2,4%], mas a presidente da ACIF, Cristina Pedra, diz que para isso é fundamental encetar um processo negocial para retornar à condição de Objetivo Um, no que respeita ao acesso aos fundos estruturais da União Europeia.

“É um caminho longo e difícil porque implica uma disputa com os outros 27 Estados membros, mas se tal não for feito, o investimento em áreas produtivas marítimas ficará sempre condicionado”, vincou.

Durante a apresentação do Documento Estratégico para o Mar, Cristina Pedra defendeu que o transporte de passageiros deve ser encarado como uma alternativa ao transporte aéreo e beneficiar do subsídio de mobilidade.

Por outro lado, realçou que a competitividade portuária passa por extingui na região as taxas de uso de porto que incidem sobre as mercadorias.

DYC // MSF

Lusa/Fim

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