“O mais importante são os horizontes de futuro”


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Paulo Portas – O Vice-primeiro-ministro falava numa conferência promovida pela AICEP, que decorreu esta quinta-feira na Fundação Champalimaud, centrando o seu discurso na necessidade de o país crescer, fazendo menção a “um tempo que já ficou para trás”.
Paulo Portas afirmou que “o essencial é perceber o que está acontecer em 2015, isto porque do passado interessa apenas retirar lições. O mais importante são os horizontes de futuro. Hoje em dia, em Portugal, a discussão não é sobre qual é o valor do défice, é sobre qual é o valor do crescimento. Hoje não se discute tanto o valor da recessão, discute-se, certamente, qual é o grau de confiança na nossa economia. Fala-se felizmente menos no fecho das empresas e mais nos níveis de investimento”, enfatizando deste modo o desempenho económico.
Para o Vice-primeiro-ministro a grande questão económica, que “revela uma evolução no espírito do país, algo que Portugal conquistou por seu mérito”, é a da redução do desemprego o que “implica fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para conseguir investimento”.
Paulo Portas deixou claro ainda ser essencial gerar confiança na economia portuguesa, até porque “confiança atrai confiança, e a falta desta é trágica”, dizendo que, em 2015, a questão não é saber até onde a recessão chegou. Hoje o que se discute é se Portugal cresce 1,5 ou até 2% este ano. É uma discussão consideravelmente diferente”, concluiu. – CDSNotícias

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