Paulo Portas “Seguimos sempre uma linha” que evitou contágio “pela crise grega”


Na abertura das ‘Jornadas do Investimento’, o líder centrista destacou que hoje vivemos “um tempo completamente diferente” de 2011, em que “pagamos as nossas contas ao FMI” e “poupamos em juros”.

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A situação grega, as declarações de Juncker, bem como o pagamento antecipado do empréstimo ao Fundo Monetário Internacional (FMI) serviram de mote para o discurso que Paulo Portas proferiu, ao início da noite, no âmbito das ‘Jornadas do Investimento’.

Salientando que, 2011 e 2015 são “tempos diferentes”, o líder centrista afirmou que se há quatro anos, “em desespero, estendemos a mão, chamámos a troika, pedimos dinheiro”, há “um tempo em 2015, em que vamos ao FMI, fazemos e acertamos contas, e poupamos em juros” .

“O tempo é completamente diferente”, reforçou Portas, com a plateia a aplaudir ‘em massa’.

Quer isto dizer, prosseguiu, que “seguimos sempre uma linha: um só resgate, um só empréstimo, um só memorando, uma só troika. Esta opção era a que mais defendia o interesse nacional”, apesar de ser “muito contestada”.

Muitos que o fizeram, sublinhou o vice-primeiro-ministro, “defendiam mais tempo, mais dinheiro”, queriam “maior suavidade”. Mas, lançou a questão, “e se tivessemos seguido esse conselho?”.

A resposta veio em seguida: “A troika ainda cá estava, estariamos a negociar um novo memorando, não conseguiriamos uma saída limpa e seríamos arrastados pela crise grega”, declarou Portas, no arranque das ‘Jornadas do Investimento’,  que PSD e CDS organizam em conjunto até ao final do mês.

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