GOVERNO DEVOLVE GESTÃO DOS HOSPITAIS ÀS MISERICÓRDIAS

20141114GOVERNO DEVOLVE GESTÃO DOS HOSPITAIS ÀS MISERICÓRDIAS PARA MELHORAR RESPOSTAS DE PROXIMIDADE

«Estratégia que vence é estratégia que pode ser replicada», afirmou o Ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social, Pedro Mota Soares, referindo-se à devolução de hospitais às Misericórdias através da celebração de parcerias para conseguir respostas de proximidade para as pessoas mais carenciadas.

Estas declarações foram feitas na assinatura do protocolo de devolução dos hospitais de Fafe, Anadia e Serpa às respetivas Misericórdias, em Lisboa, cerimónia na qual estiveram presentes o Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho, o Ministtro da Saúde, Paulo Macedo, e os Secretários de Estado Saúde, Manuel Ferreira Teixeira, e da Solidariedade e Segurança Social, Agostinho Branquinho.

Sublinhando que este é, «sem dúvida, o Governo que mais contratualizou com as instituições sociais», o Ministro lembrou que «mesmo em condições financeiras adversas, apostámos na contratualização com as instituições sociais, e com execuções financeiras exemplares».

«Sabemos que as estas instituições sociais não se limitam puramente à exclusão social, a combater fenómenos de pobreza ou a criar redes de apoio familiar», referiu ainda Pedro Mota Soares, acrescentando que estas instituições «recuperaram responsabilidades importantes noutras áreas, como a saúde, a educação ou a formação profissional».

O Ministro afirmou também que, «desde o início, que manifestámos a vontade de estender este modelo de cooperação com as instituições sociais» e «neste sentido fomos caminhando, e hoje damos outro passo importante».

«Juntos iremos melhorar a qualidade e o acesso das populações à prestação de cuidados de saúde, desenvolver a prestação de cuidados continuados integrados e reforçar a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde, melhorando a eficiência global», concluiu.

http://www.portugal.gov.pt

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PORTAS MANTÉM A DEFESA DAS VANTAGENS DOS “VISTOS GOLD”

PORTAS MANTÉM A DEFESA DAS VANTAGENS DOS “VISTOS GOLD”
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Paulo portas – O Vice-Primeiro-Ministro responsável pela criação dos “vistos gold”, mantém a defesa das vantagens deste mecanismo e da sua importância para a recuperação económica do país. Em declarações ao Expresso, o Vice-Primeiro-Ministro defende que “não pode haver tolerância nem complacência” em relação a eventuais ilegalidades ou crimes cometidos, mas distingue essa questão das virtualidades do “visto gold”, assegurando que está “à disposição do Parlamento” para dar “esclarecimentos sobre o programa em si”.
O programa dos “vistos gold” foi anunciado em 2012 por Paulo Portas, que no ano seguinte, então ainda como ministro dos negócios Estrangeiros, atribuiu o primeiro visto a um cidadão indiano. O balanço, defende o Vice-Primeiro-Ministro, que mantém a coordenação política do programa, não podia ser melhor. “Trouxe para Portugal, em dois anos, mais de mil milhões de euros e contribuiu decisivamente para superar uma profunda recessão no imobiliário. Não se deve meter tudo no mesmo saco o potencial do programa que é útil para o crescimento económico com os eventuais abusos ou crimes”. Lembra que “Portugal concorre com dez outros países europeus em políticas de atracção de investimento relacionadas com autorizações de residência” e “até por isso, é importante separar o trigo do joio: o investimento por esta via não captarmos nós, captarão outros; e as consequências positivas para a economia beneficiarão outros países, em vez de Portugal”.
Sobre os acontecimentos desta semana, Paulo Portas responde que “é prematuro fazer juízos sobre pessoas ou sistemas. A justiça deve fazer o seu trabalho”.

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