“Não quero que nenhuma empresa portuguesa perca uma obra por falta de apoio político” — Paulo Portas

naom_50bcd05ad6287“Não quero que nenhuma empresa portuguesa perca uma obra por falta de apoio político” — Paulo Portas

Lusa 27 de Outubro de 2014, às 20:48

O vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, frisou hoje não querer que nenhuma empresa portuguesa perca uma obra por falta de apoio político e antecipou o avanço de vários contratos e oportunidades para as empresas que o acompanham na missão ao México.

“Não quero que nenhuma empresa portuguesa perca uma obra por falta de apoio político, porque outros países certamente fá-lo-ão. Se nós não o fizermos somos parvos”, disse hoje Paulo Portas em Guadalajara, no âmbito da delegação portuguesa ao México liderada por si e pelo ministro da Economia, António Pires de Lima, que integra cerca de 50 empresas portuguesas.

Paulo Portas frisou estar “ao lado das empresas portuguesas” e lembrou que as exportações portuguesas para o México cresceram 13% face a 2009.

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Agricultura – Cristas estuda suspensão de pagamento por conta a produtores de tomate

A suspensão do pagamento por conta aos produtores de tomate prejudicados com as intempéries é uma possibilidade que está a ser analisada, disse hoje a ministra da Agricultura e do Mar, Assunção Cristas.

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“Houve uma medida que foi tomada em relação à seca, que foi a suspensão do pagamento por conta, que eu me comprometi a estudar tecnicamente com as Finanças para saber se é possível fazermos essa suspensão por conta para estes agricultores que tiveram grandes prejuízos”, disse a ministra.

Assunção Cristas recebeu hoje a Associação Portuguesa dos Produtores de Tomate, que representa os cerca de 200 agricultores — a maioria do Ribatejo – prejudicados pelas intempéries de setembro, com prejuízos avaliados em cerca de 30 milhões de euros.

Devido aos prejuízos, estes agricultores não têm imposto a pagar mas são na mesma obrigados a fazer esse pagamento por conta e, como disse a ministra, uma suspensão desse pagamento podia “aliviar um bocado a tesouraria dos agricultores”.

Amândio Freitas, presidente da associação de produtores de tomate, congratulou-se com esta possibilidade de suspensão, que diz “beneficiar para o ano os agricultores”, e revelou ter pedido ainda ao ministério que negociasse com as seguradoras para fazer o seguro no início do ano e pagar no final e ainda uma linha de crédito à taxa zero.

“Os seguros e a suspensão estão bem encaminhados, mas quanto à linha de crédito a ministra ficou de pensar e ver junto das Finanças se havia essa possibilidade”, contou o empresário agrícola.

Assunção Cristas, em declarações à Lusa, salientou a necessidade de os agricultores fazerem mais seguros, explicando que “quanto mais fizerem seguros, mais barato será o seguro e terá melhores coberturas”.

A ministra rejeita a possibilidade de indemnizações aos agricultores prejudicados e que não têm seguro: “Se queremos apostar nos seguros, não podemos, quando há uma contrariedade [intempérie], indemnizar os que tiveram prejuízos. Isso é contraditório e desincentivador para quem fez seguros”, concluiu.

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