Economia de Portugal se acelera e atinge máxima em 14 anos

A atividade econômica do país se acelerou no mês de abril e atingiu seu nível mais alto desde o ano de 2000

 size_590_Homem_carrega_bandeira_de_PortugalPortugal: indicador subiu 3,3% em abril em relação ao mesmo período de 2013

Lisboa – A atividade econômica em Portugal se acelerou no mês de abril e atingiu seu nível mais alto desde o ano de 2000, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) do país.

O indicador de atividade econômica, que serve para antecipar a evolução do PIB, subiu 3,3% em abril em relação ao mesmo período de 2013 e manteve assim a tendência de crescimento que começou em junho de 2012.

O organismo público destacou que se trata de um máximo que se situa em níveis do final do ano 2000 e representa uma aceleração em relação ao crescimento de 3% registrado em março.

O indicador de clima econômico ficou em maio no nível mais alto desde setembro de 2010 e voltou ao terreno positivo ao passar de -0,2% de abril para 0,1% no mês seguinte.

Desta maneira, este indicador prolongou sua tendência de melhora iniciada no início de 2013, quando rondava mensalmente em porcentagens próximos a -3 %.

Estes dados – um indicador de atividade econômica e de sentimento econômico – confirmam a tendência de recuperação da economia portuguesa.

A economia portuguesa fechou o ano passado em queda, mas espera voltar ao crescimento em 2014 com alta do PIB de 1,2%, segundo as previsões oficiais.

 fonte: http://exame.abril.com.br/economia/noticias/economia-de-portugal-se-acelera-e-atinge-maxima-em-14-anos

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Portugal quer “marcar a agenda internacional” nos assuntos do mar, diz ministra

Portugal quer “marcar a agenda internacional” nos assuntos do mar, diz ministra

A ministra aproveitou ainda para promover a Conferência Biomarinha, que acontece em outubro, e a “international Blue Week”, em Junho do próximo ano, em Lisboa

Inacio Rosa- Lusa Assunção Cristas

A ministra da Agricultura e do Mar, Assunção Cristas, garantiu em Washington, nos Estados Unidos, que “Portugal tem a ambição de marcar a agenda” nos assuntos do mar.

“Portugal é um país oceânico e acreditamos que podemos fazer a diferença na forma como o mundo aborda a sua relação com o oceano”, explicou a ministra à agência Lusa terça-feira à noite em Washington (hoje de madrugada em Lisboa).

Assunção Cristas esteve nos Estados Unidos para participar na conferência “Our Ocean”, organizada pela secretaria de estado norte-americana em Washington, em que participou também o presidente dos EUA, Barack Obama, e o ator Leonardo DiCaprio.

Assunção Cristas participou, terça-feira, num painel dedicado ao tema “Abordagem integrada à Pesca e Segurança Alimentar”.

A ministra explicou que fez “um balanço da situação de Portugal, nomeadamente em relação às mudanças dos últimos anos, como a redução da frota pesqueira e as questões relacionadas com as zonas económicas exclusivas.”

Num segundo momento, Assunção Cristas aproveitou para explicar “as oportunidades que existem hoje no país neste domínio [do mar], como na área da piscicultura, biotecnologia e energia.”

No discurso, a ministra disse que “chegou o momento de trazer o mar de regresso ao coração da Europa e voltar a Europa para o mar.”

“Sinto que Portugal tem um papel crucial. Portugal tem sido um membro relevante na construção da Estratégia Europeia para a Área do Atlântico e o seu plano de ação, que foi apresentado em Lisboa em 2011 e 2013”, explicou.

A governante portuguesa lembrou ainda que, “no século XVI, Portugal tinha o conhecimento e a inovação que levou os nossos navegadores a descobrir o mundo. Hoje, com pesquisa e inovação, estamos de volta ao negócio dos oceanos.”

A ministra aproveitou ainda para promover a Conferência Biomarinha, que acontece em outubro, e a “international Blue Week”, em junho do próximo ano, em Lisboa.

“Acreditamos que os nossos objetivos globais para os oceanos precisam de uma aliança permanente entre economia, ambiente e liderança política”, concluiu Assunção Cristas.

Durante esta visita aos EUA, a ministra reuniu com o secretário de Estado John Kerry, que se mostrou “muito entusiasmado e disponível para colaborar com Portugal nestas matérias.”

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela agência Lusa

 

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Por Agência Lusa
publicado em 18 Jun 2014 – 17:39

 

Paulo Portas – Investimento com regime fiscal totalizou 1.607 milhões

O vice-primeiro-ministro, Paulo Portas afirmou hoje que ao abrigo do regime fiscal de apoio ao investimento foram investidos 1.607 milhões de euros em Portugal nos últimos três anos.naom_53a08e0ce2183

Paulo Portas falava na apresentação de sete projetos de investimento em Portugal, no valor global de 391,2 milhões de euros, que decorreu hoje em Lisboa.

Na sua intervenção, o vice-primeiro-ministro disse que “ao abrigo do regime fiscal de apoio ao investimento foram investidos na economia aportuguesa, nos últimos três anos, 1.607 milhões de euros, foram protegidos mais de 10.000 postos de trabalho e foram criados diretamente 2.353 empregos”.

Segundo o governante, Portugal precisa “de crescimento” e “de investimento”, destacando o papel do IAPMEI e da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) junto das empresas.

Sublinhou que “os processos negociais têm de ser decididos, com tempo, em tempo e a tempo de serem úteis à sociedade”.

Para Paulo Portas, “o crescimento é a condição para criar”.

Por isso, “é um sinal, que eu considero positivo, que o Governo tenha aprovado e divulgue hoje o maior conjunto de contratos de investimento dos últimos três anos, são 391,2 milhões de euros investidos na economia, permitem a criação de 406 novos postos de trabalho e a manutenção de 1.378 empregos, representam uma forte aposta no interior de Portugal e na inovação das empresas”, disse.

“Até agora, o máximo que tínhamos atingido [em termos de projetos de investimento] era 264 milhões de euros”, salientou o vice-primeiro-ministro.

Estes sete projetos de investimento, avaliados em quase 400 milhões de euros, representam “um sinal de recuperação e de um sinal da recuperação”, disse.

Portas apontou que a geografia dos investimentos “é mais equilibrada”, à exceção de Sines, que classificou como “um fortíssimo polo industrial no litoral, e que estes projetos “vão criar riqueza e postos de trabalho” em seis distritos diferentes e em oito concelhos “do interior ou com interioridade”.

“Ao terminar o regime relativo a este quadro comunitário de apoio com estes contratos em concreto, gostaria de sublinhar que o conselho interministerial de coordenação dos incentivos ao investimento estava praticamente paralisado, tomamos a decisão óbvia de pr as coisas a funcionar, dar o máximo de resposta ao máximo de investimentos”, acrescentou.

No último trimestre do ano passado, disse Portas, “o investimento cresceu 9,7%” e nos primeiros três meses do ano o aumento foi de 12,2%.

“São sinais positivos da recuperação e de recuperação”, concluiu.

Em declarações aos jornalistas, à margem do evento, o presidente da Almina, Humberto Costa Leite, disse que o investimento permite a “manutenção e continuação da exploração da empresa”.

O investimento da empresa, no valor de 44,9 milhões de euros, vai reforçar os postos de trabalho, disse.

A Almina prevê criar 20 postos de trabalho para um total de 357 em Aljustrel.

Humberto Costa Leite lembrou que os postos de trabalho da Almina não serão apenas 357, uma vez que há “outras empresas que trabalham em regime de subcontratação”, que totalizam 850 postos.

Já o administrador da Luso Finsa, cujo contrato de investimento é de 37,6 milhões de euros, disse que Portugal disputou este projeto com Espanha e França.

No entanto, explicou Francisco Augusto Marcos, “a agilidade como foram tratadas” as coisas em Portugal, além dos incentivos fiscais, acabou por trazer o investimento da empresa espanhola para Portugal (em Nelas).

A Luso Finsa prevê manter 341 postos de trabalho e criar mais 35, para um total de 376 empregos.

Em Sines, o contrato de investimento é com a Atlantikfuror, que prevê investir 226,4 milhões de euros e criar 150 empregos.

Em Samora Correia, a Brieftime prevê investir 4,1 milhões de euros e criar 30 empregos e a Sonae Indústria estima um investimento total de 6,8 milhões de euros em Oliveira do Hospital, criando mais dois empregos, para um total de 583 naquela região.

Na zona de Idanha/Tomar, está o projeto da Aaditya, cujo investimento é de 31,8 milhões de euros, criando 98 empregos e mantendo um.

Em Vila Velha do Ródão a AMS-Br Star Paper prevê investir 39,2 milhões de euros, criando 71 empregos e mantendo 118 (total de 189).

No total, estes sete projetos preveem a manutenção de 1.378 empregos, a criação de 406, num total de 1.784.

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Ministra – Agricultura nacional atravessa “bom momento”

Ministra – Agricultura nacional atravessa “bom momento”

A ministra da Agricultura realçou hoje o “bom momento” que o setor atravessa, uma fase de crescimento e dinamismo patente na Feira Nacional da Agricultura (FNA), que inaugurou hoje em Santarém.

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Acompanhada por Isabel García Tejerina, ministra da Agricultura espanhola, Assunção Cristas percorreu demoradamente os pavilhões e o espaço exterior da Feira Nacional da Agricultura, um certame que, realçou, cresceu este ano 20% em relação à edição de 2013 tanto em área como em número de expositores.

“É isto também o que se passa na agricultura”, que tem vindo a aumentar a produção e as exportações, afirmou, sublinhando que o crescimento de 7,8% nas exportações em 2013, depois de ter crescido 7% em 2012, é demonstrativo de que o setor “está vivo, com dinâmica, a crescer e a rejuvenescer-se”.

Assunção Cristas realçou a presença, “em peso”, da floresta na edição deste ano da FNA, bem como o esforço que tem sido feito pela produção nacional para mostrar que os produtos portugueses “têm qualidade e se estão a sofisticar e a inovar”.

A ministra, que na segunda-feira voltará à feira para participar num seminário sobre a Política Agrícola Comum (PAC) 2014/2020 e as decisões nacionais, realçou o trabalho realizado por Portugal em Bruxelas para conseguir “ganhos quer nos subsídios do primeiro pilar (pagamentos diretos aos agricultores) quer na parte dos apoios ao investimento e ao desenvolvimento do mundo rural”.

A FNA, que decorre desde hoje e até dia 15 no Centro Nacional de Exposições e Mercados Agrícolas (CNEMA), em Santarém, tem por tema “a produção nacional”, voltando a apostar na vertente profissional e na promoção junto dos consumidores, aliadas a uma componente mais tradicional (com a presença dos toiros, dos campinos, da música tradicional e do folclore) e à animação, com um cartaz de espetáculos que traz hoje ao palco principal Pedro Abrunhosa e Comité Caviar.

O certame integra o “Salão Prazer de Provar” – que agrega o Salão Nacional do Azeite, o Salão Nacional da Alimentação e o Festival Nacional do Vinho – a “Fersant” (Feira Empresarial da Região de Santarém), organizada pela Nersant, a “Lusoflora de Verão”, promovida pela Associação Portuguesa de Produtores de Plantas e Flores Naturais, e as “Conversas de Agricultura”.

Na zona exterior, uma exposição de maquinaria e equipamentos agrícolas permite conhecer as novidades do setor, existindo uma zona de demonstrações para apresentação de algumas inovações e um espaço dedicado à fileira florestal, promovido pela Associação para a Competitividade da Indústria da Fileira Florestal.

A presença das diferentes raças autóctones bovinas nacionais e internacionais, dezenas de equinos representando as principais coudelarias nacionais, suínos de raça bísara e raça alentejana, caprinos, ovinos e aves (incluindo 500 galinhas poedeiras) constituem, segundo o CNEMA, “a maior mostra de gado do país”, sendo a sua qualidade atestada em dezenas de concursos.

 

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Paulo Núncio – Crédito fiscal da autoria do governante permitiu criar ou manter 15 mil empregos.

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Crédito fiscal atraiu até 1700 milhões

O Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Paulo Núncio, afirmou ontem no Parlamento que o crédito fiscal extraordinário ao investimento, lançado no ano passado, atraiu investimentos entre os 1300 e 1700 milhões de euros na segunda metade de 2013.

Segundo o governante, o investimento foi feito por cerca de 12500 empresas.

Paulo Núncio adiantou ainda aos deputados que o novo código fiscal produzirá efeitos a 1 de Julho, mesmo que nessa altura o decreto-lei não tenha sido publicado.

fonte:www.cmjornal.pt

 

Eleições para a Comissão Política Distrital de Lisboa do CDS-PP

 

 

 

 

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Eleições para a Comissão Política Distrital de Lisboa

No dia 5 de Junho 2014 (quinta-feira) entre as 16:00h e as 20:00 h , na Sede da Concelhia de Vila Franca de Xira do CDS-PP vai estar aberta uma Secção de Voto  para a eleição da Comissão Política Distrital de Lisboa.

Ministro Mota Soares assina quarta-feira acordo com homóloga espanhola

Ministro Mota Soares assina quarta-feira acordo com homóloga espanhola

O ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social, Pedro Mota Soares, assina na quarta-feira um acordo com a sua homóloga espanhola para reforçar a cooperação bilateral com ações de combate ao desemprego jovem, foi hoje divulgado.

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De acordo com uma nota de imprensa do Ministério da Solidariedade, o acordo entre o ministro Mota Soares e a ministra do Emprego e Segurança Social de Espanha, Fatima Bañez García, vai ser assinado no âmbito da XXVII Cimeira Luso-Espanhola e tem como objetivo o reforço da cooperação entre os dois países.

“Com este reforço, vão passar a ser desenvolvidas ações de cooperação adicionais no combate ao desemprego jovem bem como à análise e estudo da forma como os dois países dinamizam e coordenam o Programa Garantia Jovem”, diz o comunicado.

O novo acordo vai permitir o intercâmbio de boas práticas no âmbito da formação profissional para o emprego e das metodologias relativas ao tratamento das ofertas de emprego.

“Este reforço da cooperação que será assinado na Cimeira de Vidago, tem em conta os excelentes resultados alcançados no âmbito da cooperação entre os dois países nas áreas do emprego e condições de trabalho, e a vontade mútua de incrementar as medidas que foram desenvolvidas até ao momento no sentido de concretizar o que foi acordado nas disposições do Memorando de Cooperação e Assistência Técnica”, afirma a mesma nota de imprensa.

De acordo com a mesma fonte, “este reforço da cooperação vem prosseguir o trabalho conjunto para consolidar e concluir o programa de atividades acordado entre os dois países ibéricos na Cimeira de Maio de 2012”.

Os dois governantes vão também debater matérias relativas à natalidade e conciliação da vida profissional e familiar.

A 27.ª Cimeira Luso-espanhola realiza-se na quarta-feira em Vidago, Chaves, e terá entre os temas fortes a cooperação transfronteiriça em setores como combate a incêndios, proteção civil e saúde, segundo fontes diplomáticas.

Portugal e Espanha devem acordar uma “posição comum” sobre as interconexões energéticas europeias e avançar no calendário para a implementação da ligação ferroviária entre o Atlântico e a Europa.

A cimeira incluirá várias reuniões setoriais, um encontro entre os dois chefes de Governo, uma sessão plenária, foto de família e uma conferência de imprensa final.

No final dos trabalhos haverá uma “curta declaração conjunta” sobre os desafios que ambos os países e a Europa enfrentam, em particular o emprego e a recuperação económica.

À margem da cimeira vai decorrer um encontro empresarial cujas conclusões serão apresentadas aos dois Governos.

 

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