Assembleia Municipal de 3 Abril de 2014


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Ontem decorreu a Assembleia Municipal de Vila Franca de Xira, onde a eleita do CDS, Filomena Rodrigues, como sempre marcou presença.

Mais uma vez na abertura dos trabalhos a Mesa da Assembleia apresentou duas actas para aprovação referentes a Abril e Junho de 2013, em que a Assembleia Municipal tinha outra composição porque houve eleições autárquicas e estamos em 3 de Abril de 2014.

A eleita  insurgiu-se  votando contra e porque alguém irá ter que decidir uma vez que esta atitude até merece a apresentação de uma impugnação a todas as deliberações e está a ser colocado em causa os próprios membros desta Assembleia.

Prosseguiram os trabalhos tendo confrontado o executivo na diferença de números na receita no Relatório de Gestão da CM VFX, a que o vereador do PS “lhe deu razão dizendo que esse relatório foi visto e revisto por dezenas e dezenas de pessoas e ninguém tinha dado com esse erro”, note-se que o CDS de VFX tem sido bem  assessorado na parte da economia e finanças, tendo desenvolvido um trabalho notável na análise dos relatórios que a CMVFX apresenta.

A eleita ainda disse, que esses relatórios transportam números, que expõem contas diversas e refletem trabalhos, apontando depois casos concretos como as obras que já vem da gestão do PCP que esteve no executivo 18 anos, uma desgraça para o concelho, como a história da Encosta do Monte Gordo ou mais recentemente como a trapalhada com os acessos ao novo hospital . Relatórios com números que espelham opções politicas por quem detem temporalmente o poder.

Apesar de em muitas matérias o CDS ter conceitos e opções diferentes, vê algum empenho nas questões escolares, mas apontou que gostaria de ver mais empenhamento na acção social, num gabinete de apoio á vitima de violência doméstica, ou em problemas mais concretos como a demografia e apoios ás famílias numerosas. Absteve-se na hora de votar .

Filomena Rodrigues também intreviu e rebateu  uma moção do BE, que este partido  apresentou contra a privatização da EGF, dizendo-lhes que essa privatização tem a ver com uma reforma do Estado numa opção governamental.

O Estado mais regulador e supervisor do que executor. A disputa partidária instalou-se apesar da privatização da EGF ser feita através de um concurso público internacional, aberto e transparente. Quem se opõe a esta privatização “esquece-se” de referir a questão das das contrapartidas recebidas pelas Câmaras. Contrapartidas como piscinas, parques,etc.etc, não são oferecidas a custo zero são repercutidas nas tarifas dos resíduos e TODOS NÓS AS PAGAMOS. Com a privatização esses “prendas” acabam, mas por isso o valor das tarifas que pagamos podem baixar.

Também referiu as contestações mais radicais em torno desta questão, que tem levado a DIAS E DIAS SEM RECOLHA DE RESIDUOS COM INCIDÊNCIA NA LIMPEZA E SAUDE PÚBLICA COM AFECTAÇÃO NA IMAGEM TURISTICA E CONSEQUENTE PANCADA NA ECONOMIA, o radicalismo sindical não resiste á tentação do quanto pior melhor.

A eleita votou CONTRA esta moção.

Na questão das AUGIS apresentou a eleita uma diferença das AUGIS inscritas no site da net  da Câmara Municipal  que são 42, e no documento Ata Minuta da Câmara apresentam 33.

A eleita solicitou ao executivo que informasse se todas as AUGIS a reconverter tem comissão de administração validamente constituída até 31 Dezembro de 2014. O Senhor Presidente da Câmara vai tomar medidas aos serviços sobre o que se passa em relação á publicação na net no site e quanto á informação solicitada vai enviar por escrito á eleita.

 

 

 

 

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