Manifesto Eleitoral da Coligação “Aliança Portugal” para as Eleições Europeias 2014


europeias2014

A coligação PSD/CDS-PP apresentou,  o manifesto eleitoral às europeias, um documento da “geração das redes sociais” que está organizado em 101 “tweets”, cada um deles como “uma mensagem portátil” que possa ser passada facilmente.

Os 101 pontos do manifesto estão divididos em quatro partes, com a primeira parte reservada à democracia e integração.

Nesse “capítulo’, a coligação defende a necessidade de “verdade, razoabilidade e sustentabilidade nas propostas”, sublinhando que “não é o tempo para lirismos, vendas de ilusões, promessas demagógicas ou populistas, totalmente inviáveis ou irrealizáveis, mesmo que supostamente bem intencionadas”.

“A coligação Aliança Portugal será uma voz credível, com arrojo e ambição”, prometem os parceiros de coligação PSD/CDS-PP no “ponto’ 13 do manifesto, onde também é defendida uma reforma institucional da União Económica e Monetária.

O segundo “capítulo’ do manifesto é dedicado aos valores da solidariedade, prosperidade e responsabilidade, com a coligação a defender a necessidade de políticas de proteção dos mais cadenciados.

“As reformas estruturais e a consolidação são políticas necessárias, mas não são suficientes, é preciso que a Europa olhe com redobrada atenção para a dimensão humana e solidaria das políticas públicas. As pessoas mais pobres não são um lastro, nem podem ser olhadas tecnocraticamente como um dano colateral da crise”, defendeu o primeiro candidato do CDS-PP na lista conjunta com o PSD às eleições europeias, Nuno Melo, durante a apresentação do manifesto, que fala ainda sobre a necessidade de uma estratégia europeia para o emprego.

Na terceira parte do manifesto, dedicada aos “instrumentos políticos de realização do desígnio europeu e dos seus valores, a coligação “Aliança Portugal” insiste na instituição de uma União Bancária efetiva, com um sistema único de supervisão e um fundo europeu de garantia de depósitos.

O quarto e último capítulo do manifesto refere-se à “arquitetura institucional para o desígnio europeu: mais democracia e mais integração”.

“Este um manifesto para a geração tweet’, para uma comunidade política que participa, que influencia, que se interessa. Este é, por isso, um manifesto que se manifesta”, resumiu Paulo Rangel.

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 Assista à intervenção do primeiro candidato do CDS-PP na lista conjunta com o PSD às eleições europeias, Nuno Melo, durante a apresentação do manifesto eleitoral da coligação:

http://vimeo.com/88260022

 

 

   

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