Portugal Merece Mais


A apresentar ao 25º Congresso do CDS – PP a moção “Portugal merece Mais” tem como principais subscritores ;
Alves Pardal – presidente da concelhia de Mafra
João Gonçalves Pereira – deputado e presidente da concelhia de Lisboa
Pedro Morais Soares – deputado  e presidente da Junta de Freguesia de Cascais e Estoril
Silvino Rodrigues – presidente da concelhia de Sintra
Filomena Rodrigues – presidente da concelhia de Vila Franca de Xira
João Pedro Gomes – presidente da concelhia de Torres Vedras

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A moção está estruturada em cinco pontos;
I. Razões da apresentação da Moção de Estratégia Global “Portugal merece Mais”
II. Quadro geral das adversidades
III. Quadro dos desafios imediatos
IV. Uma estratégia para o Partido ao serviço do País
V. Quadro dos desafios mediatos
 Devido à extensão da moção ,vamos publicar neste sítio somente o último ponto, mas disponibilizamos a versão integral aos militantes que o solicitem .

cds

Portugal é uma Nação secular e universal, portador de uma História e de Valores que se projetam muito para além das suas atuais fronteiras geográficas. Sendo certo que a situação económica e financeira que o País atravessa atrai as atenções imediatas, a verdade é que não se podem descurar outros desafios que revestem importância crucial para o País e que exigem a devida atenção por parte de todos os portugueses. Portugal tem futuro, pelo que importa meditar sobre questões de futuro, tais como a natalidade e o crescimento populacional, a competitividade numa economia global e de desafios crescentes, o empreendedorismo, a educação e a investigação, a necessidade de se dispor de uma reserva estratégica alimentar, a segurança e defesa e, por fim, a prevenção de catástrofes e a precaução quanto a eventos sismológicos. O futuro depende de nós. Cabe ao CDS-PP apresentar-se como uma força motriz no sentido de lançar o debate político para horizontes mais alargados. Este debate mais alargado também contribui para reforçar o capital de esperança pelo qual os portugueses anseiam. É preciso tornar viável o nosso País a longo prazo. A política de natalidade não pode ser descurada e os responsáveis políticos não podem ser indiferentes às projeções demográficas para as próximas décadas. A formação de capital humano deve ser uma preocupação constante, pelo que a educação e a investigação merecem ser perspetivadas a médio e a longo prazo, até porque os portugueses são os fatores-chave do crescimento e do desenvolvimento económico. De igual modo, não se pode deixar de cultivar e incentivar o espírito de empreendedorismo na sociedade portuguesa, com vista a emergir uma cultura de fomento pela inovação. A chave consiste em mobilizar energias para construir o futuro. Por outro lado, não obstante existir um fluxo constante do comércio internacional e uma produção em elevada escala de bens e produtos agrícolas e alimentares noutras partes da Europa e do mundo, o País não pode dispensar de dispor de uma reserva estratégica alimentar através da manutenção de uma capacidade de cultivo e produção de uma gama variada de produtos agrícolas e alimentares. A agricultura deve ser vista como um bom negócio em termos de produção e de produtividade, mas não pode ser vista apenas como um bom negócio. Além das valências ambientais, de ordenamento do território e paisagístico, de bem-estar animal e outros, também importa sublinhar no plano nacional a sua relevância em termos estratégicos. Subsistem ainda, e noutro contexto, as ameaças transnacionais, imprevisíveis e assimétricas, pelo que as questões de defesa devem permanecer uma preocupação constante e a nível interno a manutenção do Estado-de-Direito com a manutenção da ordem e da segurança públicas não deixa de ser uma prioridade. A fúria dos elementos já demonstrou a sua imprevisibilidade e impacto, pelo que um País que pensa a longo prazo não pode deixar de se preocupar com a precaução a dispensar a fenómenos naturais adversos e, nomeadamente, ao perigo da ocorrência de eventos sísmicos, pelo que deve ser transportada esta problemática para o plano político, auscultando as entidades oficiais ou da sociedade civil e colher ensinamentos para uma atitude proactiva face a eventos de natureza catastrófica.

Portugal tem de vencer.Portugal vai vencer. Com o CDS-PP Portugal vai trilhar o caminho dum futuro melhor, porque Portugal Merece Mais.

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