Encontro histórico

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Pela primeira vez, os ministros com a pasta dos Assuntos Sociais e do Emprego reuniram-se com o presidente do Conselho Europeu, Herman van Rompuy, e todos sublinharam a importância de um “reforço muito significativo do modelo social europeu e da importância e da dimensão social que a Europa tem”.

… “Os problemas com que muitos países na Europa estão confrontados são semelhantes, nomeadamente o problema de termos hoje um elevado número de cidadãos europeus que não encontram um emprego, principalmente os mais jovens, e por isso foi muito importante que saísse uma decisão conjunta de todos os ministros no sentido de reforçar a importância de termos um conjunto de políticas ativas que estimulem a empregabilidade, muito especialmente no caso dos cidadãos mais jovens”

“O que é muito importante, numa altura em que se discute o futuro da própria União Europeia, é reforçar esta dimensão social que a Europa tem, de reforçar o combate e a defesa pelo modelo social europeu, e foi isso que hoje aconteceu nesta reunião histórica com o presidente do Conselho Europeu”

Pedro Mota Soares

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Assunção Cristas

 

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Assunção Cristas, vai estar no próximo Sábado, dia 2 de Março, pelas 14:00h no programa Alta Definição da SIC , logo a seguir ao Jornal da Tarde.

“Turismo residencial tem sido prejudicado pelo Estado”

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O secretário de Estado do Turismo, Adolfo Mesquita Nunes, pensa que tem sido o próprio Estado a prejudicar o turismo residencial.

“O turismo residencial, que tem muito potencial, tem sido prejudicado por um Estado que não soube oferecer condições atractivas a quem pudesse investir”, escreveu o governante na sua página oficial do Facebook, esta segunda-feira, dia em que esteve em Londres a promover o produto. “Foi a melhoria dessas condições, fiscais e de vistos, que viemos anunciar a Londres. Tudo o mais, a compra e a venda de imóveis, como aliás refiro, é e deve ser e continuará a ser da responsabilidade dos privados e dos parceiros que entraram neste projecto”, acrescentou.

Juntamente com o ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, Adolfo Mesquita Nunes apresentou à imprensa britânica a estratégia nacional de turismo residencial.

No passado mês de Janeiro, lembre-se, o Governo apresentou em Lisboa o plano de acção “Living in Portugal”, com uma plataforma online associada. O plano vai vigorar entre este ano e 2014, com diversas acções de promoção externa, num investimento de 828.000 euros. No total, há cerca de 10.000 casas em stock para venda.

Além desta acção no mercado britânico, estão previstas outras em mercados como o alemão, francês, russo, sueco e holandês.

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Ministro Portas diz que Europa deve dar “prémio” a Portugal

O ministro dos Negócios Estrangeiros português, Paulo Portas, defendeu esta terça-feira, em Madrid, que a Europa necessita que os programas de assistência a Portugal e à Irlanda funcionem e por isso deve dar um “prémio” aos dois países, que estão a cumprir.

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Paulo Portas, que hoje participou com o seu homólogo espanhol José Maria García-Margallo num encontro promovido pelo Nueva Economia Fórum, defendeu a diluição no tempo das maturidades dos empréstimos europeus.

Questionado sobre a ampliação de prazos para o pagamento dos empréstimos europeus, Paulo Portas afirmou que o momento em que Bruxelas decidirá se aceita ou não diluir no tempo as maturidades dos empréstimos europeus a Portugal é “muito importante”.

“Estava uma excessiva concentração de reembolsos em 2014 e no ano seguinte. E se queremos ajudar os que cumprem, dar um premio aos que se esforçam, então pedimos aos nossos parceiros europeus para apoiar este pedido de extensão de maturidades”, disse.

“Porque isso vai ajudar a percepção que existe sobre a solvência do nosso caso. Isso vai ajudar o Estado e os bancos e as empresas a financiar-se autonomamente. E isso liberta recursos para a economia”, afirmou.

O chefe da diplomacia portuguesa considera que a margem de manobra de Portugal é a sua “credibilidade” e porque o País é “credível, cumpre o essencial” tem margem de manobra para pedir “este sinal de confiança e este prémio” aos parceiros europeus.

“Por estar a realizar um esforço que é muito significativo. Porque a Europa precisa que os programas de ajuda funcionem. Não é só Portugal e a Irlanda que precisam que estes programas tenham êxito”, disse ainda.

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Despesa – CDS-PP quer saber se cortes de 4 mil milhões serão mais graduais

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O CDS-PP alertou, esta quarta-feira, para as consequências negativas que o corte de 4 mil milhões de euros na despesa podem ter na economia e quer saber se estará a ser equacionado uma extensão no tempo da aplicação deste plano.

Durante a audição do ministro das Finanças, Vítor Gaspar, na comissão parlamentar de orçamento e finanças, o deputado do CDS-PP João Almeida comentou as palavras de Vítor Gaspar, que espera mais tempo de Bruxelas para reduzir défice, dizendo que o seu partido sempre defendeu que “o programa devia ser constantemente ajustado à realidade”, inclusivamente numa carta enviada à troika.

O deputado do CDS-PP perguntou então a Vítor Gaspar “se há uma visão que esse corte [de quatro mil milhões de euros] tem também de ser gradual, que tem de ser feito não como estava previsto inicialmente” e ter a mesma visão que a apresentada pelo Governo para a estrutura de ajustamento devido à evolução mais negativa da economia no final de 2012.

 

 

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Orísia Roque assumiu mandato de deputada

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A deputada do CDS-PP Orísia Roque assumiu o mandato de deputada, em substituição de Adolfo Mesquita Nunes, uma responsabilidade “inesperada”, mas que garante ir cumprir “pelo partido”.

Orísia Roque integrará a Comissão para a Ética, a Cidadania e a Comunicação, mas a sua carreira esteve sempre ligada à Ação Social e ao trabalho autárquico em Lisboa.

A nova deputada disse em declarações à agência Lusa que como já tinha trabalhado de perto com o grupo parlamentar do CDS-PP, tinha uma noção “muito concreta” do trabalho parlamentar e do primeiro dia no Parlamento guarda a forma como foi “muito mimada” pelos colegas de bancada.

A deputada do CDS-PP tem estado na coordenação do gabinete do CDS-PP na Câmara de Lisboa, onde é vereadora substituta, e é vice-presidente da concelhia e da distrital de Lisboa do partido.

 

Governo vai rever lei para estimular criação e manutenção de cooperativas

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O ministro da Solidariedade e da Segurança Social, Pedro Mota Soares, anunciou hoje que o Código Cooperativo vai ser revisto, para combater a burocracia que “não estimula” a criação de novas cooperativas “nem ajuda” a manutenção das existentes.

“O actual Código Cooperativo não estimula a criação de novas cooperativas nem ajuda à manutenção de muitas cooperativas, que hoje são um sector da economia muito importante”, referiu Mota Soares.

Falando em Vieira do Minho, durante a cerimónia de entrega de diplomas de formação profissional a jovens agricultores, o governante referiu-se, concretamente, à “excessiva carga burocrática” inerente à constituição de uma cooperativa.

“É isso que queremos aligeirar, desburocratizar, para que as cooperativas possam ser mais produtivas e mais actuantes”, referiu.

Lembrou que em Portugal existem actualmente 2.260 cooperativas, que empregam mais de 32 mil pessoas e que “contribuem fortemente” para a balança comercial do país.

Acrescentou que, “em contra-ciclo com a crise”, as cooperativas conseguem crescer e criar emprego, tendo ainda a vantagem de não serem deslocalizáveis.

Por isso, o governante sublinhou a necessidade de adaptar a legislação aos novos desafios

“O Código Cooperativo não é revisto há cerca de 20 anos, há muitas novas necessidades, nomeadamente face à importância que o sector da economia social tem hoje e poderá ter no futuro”, afirmou.

Disse que a revisão daquele código avançará logo depois de aprovada a Lei de Bases da Economia Social, que está a ser ultimada.

Mota Soares voltou a enfatizar a importância do sector da economia social, que conta com 55 mil unidades em Portugal e que é responsável por 3,8% de todo o emprego remunerado no país.

“Quase 3% do nosso PIB [Produto Interno Bruto] tem um valor acrescentado bruto gerado pela economia social”, disse.

Para Mota Soares, o sector da economia social “tem de ser a trave mestra, o pilar” da aplicação dos fundos do próximo quadro comunitário de apoio.

http://www.agroportal.pt Fonte:  Lusa