Paulo Portas em Moçambique para “dar ânimo aos empresários portugueses e não melancolia”


O responsável pela diplomacia portuguesa, Paulo Portas, disse  em Maputo que está em Moçambique “para dar ânimo aos empresários portugueses, e não melancolia”.

 “Os empresários portugueses que aqui estão, estão a ganhar todos os dias a sua luta para exportarem mais, para defenderem postos de trabalho, portanto, eu vou dar-lhes uma palavra de ânimo e não de melancolia”, disse Paulo Portas. Esta é a mensagem que o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros vai levar aos empresários portugueses, durante um encontro no domingo, em Maputo, com empresas que participam na FACIM.

 Para Paulo Portas, “os empresários portugueses, os quadros portugueses que conseguem triunfar, arriscando, internacionalizando, exportando mais, colocando os seus produtos, fazendo investimento, estão a dar um contributo extraordinário à nossa economia”. Por isso, acrescentou, “eu vou, não só dar-lhes ânimo, como vou ouvir os problemas deles” . 

A FACIM 2012, a mais importante feira económica de Moçambique, tem este ano um número recorde de empresas portuguesas, cerca de 140.

 “As trocas comerciais entre Portugal e Moçambique estão a viver um momento extraordinário, nunca antes conhecido”, disse Paulo Portas após um encontro com o seu homólogo moçambicano Oldemiro Balói, referindo que no primeiro semestre deste ano Portugal já exportou para Moçambique mais 30 por cento do que em 2011, que tinha sido um ano recorde de vendas nacionais ao país do Índico.

 “A minha prioridade é a diplomacia económica, é ajudar as empresas, as marcas e os produtos portugueses a ganharem mercados no exterior, a internacionalizarem-se, isso significa defender postos de trabalho em Portugal”, afirmou Paulo Portas.

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