CDS impõe como condição “estratégica” que se mantenha a base da TAP em Lisboa


O CDS defendeu hoje a necessidade de manutenção  da base da TAP em Lisboa no processo de privatização da empresa por ser  “o mais importante do ponto de vista estratégico”. 

“O CDS considera que o mais importante no processo de privatização da  TAP é a manutenção daquilo que é mais estratégico e o mais estratégico é  o ramo de Lisboa”, disse hoje à Lusa o porta-voz do partido, João Almeida.

O vice-presidente do Grupo Parlamentar do CDS lembrou que “a TAP é líder  de mercado, em termos europeus, dos voos para o Brasil e “é líder em vários  mercados em África”, sendo “essencial” e “estratégico” que a “TAP fique  em Lisboa”. 

“O decreto assegura já isso na fase inicial e portanto o que o CDS considera  é que a partir de agora o processo deve correr como qualquer privatização  que se faz, com toda a transparência, mas que, voltamos a dizê-lo, assegure  o que já consta do decreto que é a manutenção do ramo de Lisboa que é o  mais importante do ponto de vista estratégico, na parte daquilo que diz  respeito aos interesses nacionais”, frisou. 

João Almeida recordou como o partido sempre defendeu a privatização  da TAP num processo que acautelasse interesses estratégicos, mas também  que prevenisse e assegurasse situações como o “serviço às comunidades portuguesas”  e o “serviço que a TAP presta nas ilhas”. 

O conselho de ministros aprovou quinta-feira a reprivatização da TAP  – Transportes Aéreos Portugueses, uma operação que irá integrar duas fases,  uma através de aumento de capital e outra através de venda de ações. 

Lusa

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