“Não há nenhuma obrigação de concorrermos com o PSD” afirma Telmo Correia

“Não há obrigação nenhuma de concorrermos com o PSD”, afirma Telmo Correia.
O CDS prepara-se sempre para ir sozinho às eleições. Quanto a coligações ainda é cedo. Fazemos o nosso trabalho de casa e, isso sim, deve ser a nossa preocupação e empenho prioritários.
O CDS está cada vez mais forte e prova disso são os nossos autarcas!

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Diplomas do secundário vão incluir ações dos jovens voluntários

Ministro da Solidariedade e da Segurança Social diz que medida vai constar do Plano Nacional de Voluntariado, que será apresentado até ao final do mês.

O ministro da Solidariedade e da Segurança Social, Pedro Mota Soares, reiterou, nesta terça-feira, a intenção de incluir nos diplomas dos alunos do ensino secundário as ações de voluntariado em que participaram.
Esta é uma das medidas que estará plasmada no Plano Nacional de Voluntariado que o Governo pretende apresentar até ao final de julho.
«Muitos jovens estão empenhados em ações de voluntariado e essa dimensão também tem de ter uma capacidade efetiva de concretização», defendeu Mota Soares, citado pela Lusa, à margem da conferência «Uma nova geração de Voluntariado», organizada pela rede «My Social Project».
Para Mota Soares, é «fundamental» garantir que as escolas tenham projetos de voluntariado, uma iniciativa que deve ser desenvolvida em coordenação com o Ministério da Educação.

Por outro lado, defendeu, devia incluir-se «nos diplomas escolares do ensino secundário a dimensão do voluntariado que os jovens vão fazendo».
«É muito importante sensibilizarmos os jovens nas escolas e explicar-lhes que, hoje, o mercado de trabalho olha cada vez mais não só para a formação, mas também para a dimensão social e para as ações de voluntariado que tem vindo a fazer», sustentou.
Nesse sentido, salientou, «é muito importante poder promover com o Ministério da Educação, junto das escolas, muitas destas iniciativas».

O ministro anunciou que até ao final do mês será apresentado o Plano Nacional de Voluntariado que criará a rede para o desenvolvimento do voluntariado.
O plano será «transversal a todo o Governo e terá um conjunto de concretizações que poderá passar por alterações legislativas».
«Hoje faz todo o sentido rever a lei de bases do voluntariado que tem cerca de dez anos e não contempla novas dimensões como a da responsabilidade social das empresas», argumentou.

Para Pedro Mota Soares, é «muito importante» conseguir motivar as empresas para ajudarem instituições sociais e causas sociais, «mas também, do ponto de vista da sua gestão de recursos humanos, poderem ter muitas ações de voluntariado».

 

CM/IOL