Sem a nova taxa “temos embargos imediatos” aos produtos nacionais


Todo o processo de inspecção sanitária dos alimentos produzidos em Portugal é financiado por produtores e indústria e a grande distribuição não contribuiu, argumenta a ministra Assunção Cristas.

A ministra da Agricultura justifica a aplicação da nova taxa alimentar sobre a grande distribuição, destinada a financiar o controlo sanitário, com a necessidade de evitar embargos às exportações de produtos nacionais.

“É importante que se diga que se isto não for feito temos embargos imediatos à nossa produção e não se pode vender nada lá fora”, disse Assunção Cristas, nas jornadas parlamentares do CDS-PP, que nos Açores.

Todo o processo de inspecção sanitária dos alimentos produzidos em Portugal é financiado por produtores e indústria, e a grande distribuição não contribuiu, sublinha.

Assunção Cristas afirma que a taxa terá um impacto “muito pequeno”, mas não comenta a possibilidade de vir a ser reflectida nos preços ao consumidor.

Nas jornadas parlamentares do CDS, no Açores, o líder parlamentar Nuno Magalhães desmentiu qualquer mal-estar no partido, avançado na imprensa do fim-de-semana, provocado por este tema.

rr.pt

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