CDS acusa oposição de julgar ter “monopólio do coração” e ignorar “acordo histórico” com instituições sociais


O líder parlamentar do CDS, Nuno Magalhães, acusou hoje a oposição de julgar ter o “monopólio do coração” e a propriedade da “defesa dos desfavorecidos” ao mesmo tempo que ignora o “acordo histórico” do Governo com as IPSS.

“Fico surpreendido, fico estupefacto, que aqueles que tanto falam, aqueles que julgam ter o monopólio do coração, aqueles que são proprietários da defesa dos desfavorecidos, tiveram uma oportunidade de falar, tiveram a oportunidade de intervir, não disseram nem uma palavra sobre acordo histórico celebrado esta semana entre o Governo e as IPSS”, afirmou Nuno Magalhães.

Durante o debate quinzenal com o Governo no Parlamento, o presidente da bancada democrata-cristã disse que, com esse acordo, o Executivo fez “aquilo que uma pessoa de bem, um Estado de bem, deve fazer”.

O que o Executivo fez, disse, foi “pagar o que devia, 5,7 milhões de euros desde 2008” e devolver 40 equipamentos sociais “a quem está mais próximo dos problemas, que são as instituições sociais”.

Nuno Magalhães sublinhou que, “mesmo na austeridade”, o Executivo aumentou 1,3 por cento das verbas disponíveis para “os mais desfavorecidos”.

O líder da bancada do CDS saudou ainda o acordo de concertação social e disse que “os portugueses certamente vão valorizar aqueles que, esquecendo os interesses particulares, souberam ter uma visão de conjunto, souberam procurar a paz social, souberam defender a credibilidade externa do país, souberam sublinhar e reforçar a distinção clara com outros países”

CDS-PP/Lusa

Veja a intervenção de Nuno Magalhães

http://vimeo.com/35368682

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