Óscar Soares , candidato da Coligação Mais (PPD/PSD, CDS-PP,MPT,PPM) à UF. de Alhandra, S.João dos Montes e Calhandriz

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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RENTRÉE do CDS-PP

No auditório do Centro de Congressos de Lisboa , com capacidade para mil pessoas e completamente cheio, realizou- se a Convenção Autárquica Nacional do CDS-PP, que marcou a rentrée do partido. A presença de inúmeros delegados de todos os distritos do país  levou a  que só dois delegados por distrito pudessem intervir . Os presidentes de câmara eleitos pelo CDS tiveram um espaço próprio de intervenção.

A presidente do CDS-PP e candidata à Câmara de Lisboa, Assunção Cristas, afirma que se a coligação de esquerda diz que há margem para baixar os impostos, então deve fazê-lo em todos os escalões do IRS, porque não há portugueses de 1ª e de 2ª – TVI

Assunção Cristas quer que o Governo dê explicações sobre várias situações que se estão a passar no país – RTP

Nuno Melo fez este sábado fortes ataques aos partidos que apoiam o Governo. O vice-presidente do CDS afirmou que, por falta de senso do PS, é a extrema-esquerda quem manda hoje no país – SICNotícias

No encontro que marca a rentrée política do CDS, Nuno Magalhães diz que o Governo está a brincar com o fogo no caso da Autoeuropa. O líder parlamentar do partido acusa o Executivo de se aproveitar do Orçamento do Estado para ganhar votos nas autárquicas – SICNotícias

 Assembleia Municipal de Vila Franca de Xira – Sessão de 05 de Setembro de 2017

 

O mandato para o qual fui eleita para esta Assembleia Municipal está a terminar, pelo que considero dever fazer hoje um balanço ainda que resumido do meu trabalho,

Participei em 26 sessões da Assembleia Municipal.

Em todas intrevi nos pontos referentes à ordem do dia.

Mas também, no período antes da ordem do dia coloquei questões ao executivo camarário, e em algumas sessões apresentei moções ou recomendações.

Assinalo aqui algumas pela importância que lhes atribuo, ou outras por não ter tido até agora resposta do executivo camarário.

Em 23 de Dezembro de 2013 apresentei uma Recomendação para a criação de um Gabinete dedicado às Vitimas de Violência Doméstica, mas o executivo camarário não acolheu esta recomendação.

Em Fevereiro de 2014 na sequência do falecimento de Eusébio da Silva Ferreira, desportista ímpar e exemplo para a juventude, que com o seu trabalho e talento elevou através do desporto o nome de Portugal, propus em moção, que foi aprovada, que fosse atribuída o seu nome a uma rua deste concelho.

Alverca do Ribatejo acolheu esta pretensão, fico grata.

Em 26 de Junho de 2014 apresentei uma Recomendação sobre a Natalidade, problema grave que atravessa todo o nosso país, e elaborada até numa perspetiva de se conjugar com a economia de proximidade, era um apoio municipal à Natalidade sendo ainda extensivo ao apoio à fixação de casais jovens no nosso concelho.  

Até agora tenho presente o modo como foi acolhida pelo executivo camarário, esta recomendação. Nem uma palavra, nem para dizerem simplesmente, recebemos.

 

Em 25 de Setembro de 2014, na sequência de uma trapalhada com a votação para o Orçamento Participativo em que saíram prejudicadas as propostas referentes ao ringue de Povos, e ao Caminho Pedonal para a Escola Soeiro Pereira Gomes em Alhandra, diga-se ainda não executado.

Apresentei uma recomendação para que aos votantes do OP, fosse associado o número do cartão do cidadão.

Não sei se me ouviram, mas agora realmente a votação exige esse procedimento.

Também nesta sessão de Setembro de 2014, levanto pela primeira vez a questão da contaminação por amianto do solo da antiga fábrica Cimianto.

Em Novembro de 2014, mês no nosso concelho, marcado pela tragédia da Legionella apresentei a posição do CDS VFXira e apontei logo, do meu ponto de vista a importância da Câmara Municipal se constituir como assistente no processo e, a relevância, que esta figura jurídica tem no acompanhamento processual. Mas optaram por não o fazer, o que continuo a considerar ter sido um erro.

Entramos no ano de 2015

Na primeira sessão da assembleia referente a este ano, em Fevereiro, assinalo o estado das então instalações da Assembleia Municipal, na rua Combatentes da Grande Guerra em Vila Franca, com degradação total do edifício e consequente perigo para funcionárias, eleitos municipais e público.

Foram feitas duas mudanças, uma provisória, e a última para uma instalação, num edifício remodelado, é certo, mas as actuais instalações estão longe de servir adequadamente a todo o tempo e o trabalho dos grupos partidários.

Em 2015 nas sessões de Abril para evidenciar a discrepância entre os números de fogos apresentados nos quadros, e em Novembro abordei questões relacionadas com o parque habitacional do município, sendo que na discussão dos orçamentos e PPIs 2016/2019 passo a citar a minha intervenção:

Na área social e, começando pelo parque habitacional a verba inscrita e definida de 100mil euros para conservação e manutenção para um parque habitacional de 1100 fogos e, segundo foi dado notícia pública 60 dos quais estão fechados devido a estarem totalmente degradados, parece ser manifestamente insuficiente.

Em relação ao total das habitações dá algo com 91€ por fogo”, fim de citação.

Como referi uns absurdos 91€ por fogo para reabilitações ou para manutenção.

Dois anos depois, o tempo infelizmente veio a dar-me razão, quando leio num jornal uma imagem de uma casa do parque habitacional municipal, completamente degradada ser entregue a uma munícipe.

Em 25 de Junho entrego um pedido de esclarecimento sobre como são recolhidos e tratados diversos resíduos provenientes dos trabalhos oficinais e outros do município.

Fica até hoje por responder como são recolhidas, acondicionadas e que tratamento é dado às lâmpadas de baixo consumo.

Na sessão de Setembro desse mesmo ano, como mais importante para mim é a recomendação que apresento sobre o IMI -Familiar.

Na sessão de 26 de Novembro apresento uma moção sobre o estado do processo da Legionella, onde é questionado o Ministério Público porque passado um ano sobre o infausto acontecimento ainda não tinha apresentado conclusão alguma.

A moção foi aprovada por unanimidade e enviada à Srª. Procuradora Geral da República, que responde, passado praticamente um mês depois, a 18 de Dezembro de 2015, informando que a mesma tinha sido reencaminhada para o Senhor Magistrado do Ministério Público Coordenador da Comarca de Lisboa Norte e informa, passo a citar “que continuará a desenvolver esforços no sentido de concluir com celeridade a investigação” fim de citação.

Apesar da especial complexidade do processo a 13 de Julho de 2016 é deduzida a acusação.

No ano de 2016 mais concretamente em Fevereiro, na sequência de um incidente com uma aluna numa escola da Póvoa de Santa Iria, apresento uma recomendação para a colocação de desfibrilhadores no concelho. Mas até agora nada.

E num ponto, apresentado também nessa mesma sessão, referente à mobilidade em que o Sr. Presidente da Câmara se propôs delegar as suas competências no 1º Secretário da Área Metropolitana de Lisboa.

Votei contra e na altura fundamentei o sentido do meu voto.

Continuo a acreditar, que fiz bem, por achar que é aqui no concelho, que devem ser estudadas e adoptadas medidas de melhoria à mobilidade em todo o território do concelho.

Algo que considero indispensável fazer, porque ao contrário do sinónimo da palavra, aqui no concelho a mobilidade não se move, não se vêem mudanças.

Um plano elaborado, em que previamente tenha havido discussão pública, e onde esteja projectado o tipo de transporte público de passageiros consoante a zona do concelho para melhor servir as populações de todo o concelho.

Em Abril levanto o problema do ordenamento do trânsito junto das escolas EB1nº2 e Jardim de Infância nº4, situadas na Quinta da Vala em Alverca, principalmente quando uma viatura de socorro tem de se dirigir a estas instalações e as dificuldades de acesso.

No discurso de resposta grandes preocupações com esta questão por parte da Câmara, mas continua tudo na mesma.

E também coloco o problema relacionado com a impossibilidade de pessoas com mobilidade apoiada usufruírem a todo o tempo dos grandes espaços verdes, designadamente de zonas do passeio ribeirinho por não haver wc adaptados e públicos. 

Na sessão de 24 de Novembro o que mais relevo da minha intervenção no período antes da ordem do dia, é a referência que faço à actividade da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens do concelho, com um volume processual no ano de 2015 de 1156 processos dos quais 653 novos e a contratação de 3 técnicas para este trabalho.

Sem mais comentários porque os fiz na altura e porque é facilmente entendível.

E passo para 2017 mais concretamente para a sessão de Fevereiro onde assinalo, que continua a não existirem pontos de carregamento para viaturas elétricas.

O executivo disse aquilo que já tinha dito um ano atrás, que iria haver um em Alverca, mas ainda não há, e como agora os utentes vão começar a pagar é possível que apareçam no concelho.

Nesta sessão também intervenho para abordar a situação calamitosa do mouchão da Póvoa e a morosidade da Agência Portuguesa do Ambiente em actuar, face à degradação permanente do mouchão.

Na sessão de Junho deste ano, volto a colocar a questão do custo da descontaminação da Cimianto e quem vai pagar

Ainda na área do ambiente, pregunto e ficámos a saber, que as viaturas da recolha diária de resíduos sólidos urbanos no final do serviço, quando regressam são lavados dentro das instalações, onde até este mês de Junho de 2017 não havia estação de tratamento.

 Mas que agora estava em construção. E assim ao longo dos anos, as águas dessas lavagens, certamente com lixiviados, foram como se diz, pelo cano abaixo.

Outra questão colocada nessa mesma sessão e não respondida, era para saber se o pavilhão de desporto da escola básica da Malvarosa tinha amianto e a confirmar-se quando será removido.

Também nessa sessão apresentei uma recomendação sobre os apoios aos grupos de teatro com actividade profissional no concelho. Achei justa essa recomendação.

Depois das peripécias protagonizadas por interpretações do executivo camarário quanto aos modelos de trabalho, foi finalmente nesta última reunião de câmara considerado apoio idêntico ao protocolo anterior, permitindo assim a continuação do teatro profissional no nosso concelho.

Parto com o sentido do dever cumprido, é a minha convicção.

Nos trabalhos desenvolvidos, as opções que tomei, foram pautadas pelas minhas convicções, mas sempre norteei a minha conduta pelo respeito da opinião do outro.  

A todos respeito e a todos por igual trato com urbanidade social e sem qualquer tipo de reservas.

Quero agora apresentar ao Sr. Presidente da Assembleia Municipal, a todos os membros da Assembleia Municipal, ao Sr. Presidente da Câmara e a toda a vereação municipal, às funcionárias e funcionários do município e também à comunicação social, assim como a todas as pessoas, com quem contactei durante esta actividade, que desenvolvi ao longo destes últimos 4 anos, os meus respeitosos e cordiais cumprimentos, e desejar a todos votos de sucessos pessoais.

Filomena Rodrigues

Eleita municipal do CDS – PP na Assembleia Municipal de Vila Franca de Xira.

Os esquecimentos e a linguagem do Primeiro – ministro

Assunção Cristas diz que o Governo é rápido nas palavras mas lento nas ações. Numa visita à zona que ardeu, nos concelhos de Abrantes e Mação, a presidente do CDS acusa António Costa também de uma linguagem menos própria e de ter memória curta – RTP

Orçamento de Estado – a farsa das esquerdas

A presidente do CDS-PP, Assunção Cristas, disse hoje que os partidos de esquerda devem ser coerentes quando negoceiam o Orçamento do Estado e dá como o exemplo as cativações – SICNotícias

Fogos e Apoios a Pedrogão.

A presidente do CDS-PP afirmou hoje que os apoios disponibilizados às famílias das vítimas de Pedrogão Grande não estão a chegar ao terreno e instou o primeiro-ministro a revelar que ajudas foram já canalizadas para a zona – RTP3

Anastácio Mota – falecimento

 

Anastácio Mota foi sempre um homem sem medo nem ódios, um cidadão que primava pela cordialidade no trato social. Cidadão atento e participativo na vida cívica, dedicado á cultura tauromáquica, que abraçou com convicção e viveu sempre as tradições com grande paixão.
Um democrata-cristão, militante de sempre do CDS, inscrito desde a fundação do partido esteve na linha da frente da abertura da primeira sede concelhia do CDS em VFXira há 41 anos, nos tempos de brasa da nova tentativa autoritária, que ficaram assinalados por ocupações ilegais.

Fica-nos a memória de um querido amigo.
Que Deus guarde a sua alma.